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Seis municípios concentram 99% de todas as importações em AL, segundo ministério

Números mostram que somente 18 municípios de Alagoas tiveram importação registrada no ano passado

Seis municípios foram responsáveis por 99% de todas as importações de Alagoas em 2019, segundo dados do Ministério da Economia. Maceió, Marechal Deodoro, Rio Largo, Santa Luzia do Norte, Arapiraca e Maragogi são os maiores importadores do estado. Juntos eles somaram US$ 663,9 milhões em importações - cerca de R$ 2,65 bilhões no câmbio atual.

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Sozinha, a capital Maceió é responsável por 74% das importações do estado, com um valor total de US$ 494 milhões - cerca de R$ 2 bilhões no câmbio atual. Em seguida aparecem Marechal Deodoro, com R$ 368,4 milhões, 13% do total do estado; Rio Largo, com R$ 24,9 mi, 8% do total estadual; Santa Luzia do Norte, R$ 44,6 mi; Arapiraca, R$ 31,8 mi e Maragogi, com R$ 26,35 mi.

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Os números mostram que somente 18 municípios de Alagoas tiveram importação registrada no ano passado. O valor equivale a 17% das 102 cidades do estado. Destes 18, só os seis citados no começo da matéria tiveram importação acima de US$ 1 milhão - cerca de R$ 4,25 milhões no câmbio atual.

Em 2018 o número de municípios importadores foi menor, eram 14, mas em compensação naquele ano 8 municípios conseguiram passar o valor de US$ 1 milhão em importações. Pilar e São Miguel dos Campos que em 2018 passaram de US$ 1 mi em importações, não registraram o mesmo feito no ano passado.

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MENORES

Em 2019, na outra ponta da lista, cinco municípios registram valores de importação menor que US$ 1 mil - R$ 4,25 mil pelo câmbio atual. O município com menor valor importado no ano passado foi Girau do Ponciano, que importou US$ 207 dólares - cerca de R$ 879. Em seguida aparecem Palmeira dos Índios, com R$ 909; Feira Grande, R$ 2.176; União dos Palmares, R$ 2.992 e Penedo, com R$ 3.565.

Segundo detalhamento do Ministério da Economia, a importação de R$ 879 em Girau do Ponciano, a menor de Alagoas, foi na categoria de Máquinas e aparelhos mecânicos, oriunda dos Estados Unidos da América. A cidade não têm mais que 5 importadores.

O valor ínfimo importado na pequena cidade do Agreste do estado contrasta com os cerca de 2 bilhões de reais em importações da capital,  que traz de fora do Brasil uma série de produtos. Os itens mais importados na capital no ano passado foram cebola, alho e produtos aliáceos, responsáveis por 6,8% do total.

Em seguida, responsáveis por 4,9% das importações da cidade aparecem malas e maletas com as mais diversas especificações, desde malas de viagem até bolsas para instrumentos musicais e de fotografia. Logo após, com 4,8%, estão diversos itens de vestuário como bermudas e vestidos.

Maceió têm 335 importadores, entres pessoas físicas e jurídicas, e ocupa o 77° lugar nacional no ranking de municípios. Os países de onde os maceioenses mais importam são China, Estados Unidos e Argentina.

Os chineses são responsáveis por 53% das importações da capital, os americanos por 7,7% e argentinos por 6%. Os outros valores estão distribuídos entres diversos países.

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