Grupo Gay de AL cobra elucidação do caso do professor morto a facadas em Arapiraca
É a segunda pessoa LGBTQIA+ a ser morta apenas em Alagoas; no ano passado, 15 homossexuais foram assassinados no estado
Nildo Correia, presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), cobra elucidação do assassinato do professor Cristiano Marinho da Silva, de 31 anos. É a segunda pessoa LGBTQIA+ a ser morta somente este ano em Alagoas.
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O corpo deCristiano Marinho - vítima assassinada a golpes de faca - foi encontrado na última quinta-feira (10), dentro de uma casa, no bairro João Paulo II, no município de Arapiraca. O crime está sendo investigado pelo delegado Felipe Caldas, da Delegacia de Homicídios de Arapiraca.
“É preciso dar respostas desse crime, mais um que ocorre em Alagoas. Vou fazer contato com a polícia para saber sobre a investigação e também tentar falar com a família da vítima. Há demora grande para esses casos chegarem à justiça”, declarou Nildo Correia.
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No ano passado, 15 homossexuais foram assassinados em Alagoas. O último caso de 2021 tem características parecidas com a morte de Cristiano, na opinião do presidente do GGAL. Em novembro, Sandro Pereira Alves, de 35 anos, foi encontrado morto na residência onde morava, no bairro Nilo Coelho, no município de Arapiraca. A vítima apresentava sinais de violência.


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