Em 2017, Marechal Deodoro reduziu a mortalidade infantil em 48%
Programas municipais implantados com foco nas gestantes contribuíram para a diminuição do número de mortes
As ações de investimentos na Saúde pública, no ano de 2017, renderam grandes benefícios aos moradores de Marechal Deodoro. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no primeiro ano da nova gestão, o índice de mortalidade infantil caiu 48% em comparação ao ano de 2016.
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Em 2016, o município registrou a morte de 17 crianças, de um total de 847 nascidos vivos, o que equivale a 20,01%. Já em 2017, o número caiu para nove mortos, de um total de 751 nascidos vivos, resultando em um percentual de 11,9% de óbitos.
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Iniciativas na área da saúde, como a implantação do "Saúde Pra Já" e "Circuito da Mulher", lançados, respectivamente, nos meses de julho e setembro de 2017, foram grandes precursores para a diminuição dessas mortes.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Aérton Lessa, a queda da mortalidade infantil se deu pela implantação de diversos programas municipais e o compromisso do prefeito Cláudio Filho Cacau com a Saúde de Marechal Deodoro.


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"É um número muito importante. Alagoas está sempre entre os maiores índices de mortalidade infantil, e Marechal Deodoro conseguiu registrar uma queda significativa. Isso tudo é o resultado da implantação de programas municipais, como o Circuito da Mulher, o Saúde Pra Já, entre outras ações desenvolvidas por toda a equipe, que tiveram uma receptividade muito grande das gestantes", afirmou o secretário.
Dentro das ações dos programas, o município ampliou o número de consultas Pré-Natal; efetivou o monitoramento das gestantes via SMS permitindo a interação e acompanhamento durante todo período gestacional; otimizou o trabalho dos agentes de saúde com a entrega de tablets e garantiu uma maior supervisão das gestantes, inclusive realizando a busca daquelas que não responderam ao chamado das equipes.
Além disso, com a informatização das unidades de saúde, as enfermeiras do município puderam ter um maior controle sobre as gestações, especificações e frequência de cada gestante, nutrizes e recém-nascidos. Para a enfermeira Renata Mariele, da UBS da Poeira, todas essas mudanças contribuíram muito para a realização do trabalho com mais qualidade, melhorando os resultados.
"Todo trabalho que vem sendo feito para a redução de mortalidade materna e infantil e para identificação precoce de doenças. Antes, a gente perdia muitas mulheres com doenças de colo de útero, porque não era identificado. Com o Circuito da Mulher e com os sistemas que foram implantados, temos o controle de toda a área. Muita coisa mudou depois da nova gestão. Se tem pré-natal e uma gestante faltou no mês, a gente faz uma busca ativa, a identifica e traz pra gente. Isso facilita muito", afirmou a enfermeira.
Para 2018, a Secretaria Municipal de Saúde prevê a ampliação dos programas e a implantação de novos sistemas que busquem garantir o acesso da população à saúde pública de qualidade.
