Unesco denuncia assassinato de jornalista no RJ e pede fim da impunidade
"A liberdade de expressão é um direito humano fundamental", pontuou
A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Audrey Azoulay, condenou o assassinato do jornalista Romário da Silva Barros, ocorrido na cidade de Maricá (RJ), em 18 de junho.
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"Eu condeno o assassinato de Romário da Silva Barros", disse a diretora-geral. "A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece a liberdade de expressão como um direito humano fundamental, e é imperativo que as pessoas que usam a violência para enfraquecer esse direito sejam levadas à Justiça. Não se deve permitir que a impunidade prevaleça, uma vez que ela autoriza a continuidade de ataques violentos à mídia".
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Romário da Silva Barros, fundador e diretor do site de notícias Lei Seca Maricá, que cobre política, criminalidade e cultura locais, foi morto em seu carro.
A Unesco promove a segurança de jornalistas por meio da conscientização, do desenvolvimento de capacidades e de uma gama de ações em âmbito mundial, das quais se destaca o Plano de Ação das Nações Unidas sobre a Segurança dos Jornalistas e a Questão da Impunidade.


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