Sesau informa que morte de médico é investigada como suspeita de H1N1
Osman Catarina apresentou infecção pulmonar bacteriana, de acordo com a Santa Casa de Misericórdia de Maceió
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou, por meio de nota encaminhada à imprensa, que a causa da morte do médico anestesiologista Osman Catarina, de 60 anos, está sob investigação como sendo mais uma suspeita de gripe H1N1. O paciente morreu nessa quarta-feira, na Santa Casa de Maceió, que negou a contaminação pela influenza com base em exames de sorologia.
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No entanto, a Sesau esclareceu que o caso é tratado como suspeito de H1N1 e que aguarda o resultado do exame cujo materialbiológico foi coletado por técnicos do Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) e enviado para a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, que é referência nacional para o diagnóstico da doença.
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A Santa Casa de Misericórdia de Maceió informou que o médico não estava com H1N1. Um exame de sorologia realizado no paciente não identificou a presença do vírus.
De acordo com a assessoria de comunicação do hospital, o médico deu entrada na unidade com complicações respiratórias no dia 26 de março e foi submetido a um tratamento com antibióticos, mas não apresentou resposta positiva aos medicamentos.


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"O paciente Osman Catarina foi submetido a um tratamento com diversos antibióticos, mas não respondeu ao tratamento da forma adequada e o quadro evoluiu para uma infecção pulmonar bacteriana", explicou a assessoria de comunicação nesta manhã.
Apesar de descartado pela Santa Casa, um novo exame deve ser realizado pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para checar a possibilidade.
A Sesau informou que recebeu 24 notificações de casos suspeitos de H1N1 em Alagoas. Os casos, no entanto, precisam ser confirmados.
O vírus H1N1 é uma doença viral aguda que ataca as vias respiratórias e provoca sintomas como febre, tosse, dor de garganta, coriza, congestão nasal, mal estar, mialgia, calafrios e dor de cabeça.
