Prefeitura de Maceió demite 25 servidores por faltas e acúmulo ilegal de cargos
Funcionários são acusados de práticas ilícitas na administração pública; decisão está no Diário Oficial
A prefeitura de Maceió publicou, na edição desta segunda-feira (4) do Diário Oficial do Município, o resultado de processos administrativos disciplinares que resultaram na demissão de 25 servidores efetivos. Na relação, há 16 profissionais de nível médio, seis médicos, um enfermeiro e um farmacêutico.
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A demissão acontece após um inquérito que apurou denúncias de ilícitos administrativos praticados pelos servidores. Conforme a publicação, ao longo do processo, os profissionais não conseguiram comprovar que as acusações eram falsas.
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Foram demitidos Alexandre Antônio Câmara da Silva, que ocupava o cargo de auxiliar de apoio administrativo; Rozimar da Silva Santos, que era auxiliar de serviços gerais; Valter Gonçalves Sampaio, que ocupava a função de atendente de consultório bancário; Aline de Carvalho Farias, que era auxiliar de enfermagem; e Gerson Gomes dos Santos Júnior, que era farmacêutico.
Também foram demitidos o médico Cid Ramires de Almeida; o atendente de consultório dentário Paulo César de Assim Santana Júnior; o médico Marcos Ferreira da Silva; o motorista Ronaclésio da Silva Cavalcante; a auxiliar em enfermagem Francisca Maria Costa Pitombeira; a auxiliar de serviços administrativos Joyce de Lira Vasconcelos; a médica Magda Vilela Palmeira Costa; a médica Etelvina Maria Tenório Vaz Notaro pedrosa; a auxiliar de enfermagem Shirley Christina Melo Araújo; a assistente em serviços administrativos Alain Pierre Lins Alcântara.


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Constam ainda os nomes da atendente de consultório Carce Stuarth Deusdara Santos; da assistente administrativa Carolina Rocha Sanches; da auxiliar de enfermagem Edjane Cordeiro da Silva; da médica Elisete de Oliveira Silva; da enfermeira Honorina Fernandes Nogueira Neta; da agente de saúde Maria Edvânia Santos; do assistente administrativo Alex Valverde Macena; do atendente de consultório Danielle Saldanha Peixoto; da médica Ana Karine Medeiros Costa; e do auxiliar de serviços gerais Luiz da Costa.
Entre as acusações investigadas, há relatos de acúmulo ilegal de cargos e faltas injustificadas ao serviço por mais de 30 dias. A prefeitura alega que, em todos os casos, "concedida a oportunidade de defesa, não foi consubstanciado fato ou circunstâncias excludentes do ilícito administrativo apurado na instrução".
