Polícia impede comemoração de um ano de ato pró-democracia em Hong Kong
Nos protestos, centenas de pessoas foram detidas e revistadas
A tropa de choque da polícia realizou uma operação em uma localidade de Hong Kong nesta terça-feira (21) para impedir que ativistas celebrassem o aniversário de um ano de uma manifestação pró-democracia que foi atacada por grupos pró-governo.
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As forças de segurança usaram spray de pimenta para dispersar pequenos grupos de manifestantes e jornalistas em um shopping da cidade de Yuen Long, perto da fronteira chinesa.
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Centenas de pessoas foram detidas e revistadas a noite toda e, segundo a polícia, houve pelo menos cinco prisões. Foram aplicadas ainda 79 multas pela violação de regras contra o coronavírus que proíbem reuniões de mais de quatro pessoas.
Em 30 de junho, a China impôs uma lei de segurança nacional em todo o território com o objetivo de pôr fim aos movimentos de protesto contra o governo central. O intuito é suprimir a subversão, secessão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras, e inclui penas que chegam à prisão perpétua.


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Há um ano, na estação de metrô de Yuen Long, homens armados com bastões e barras de metal, muitos vestindo branco, atacaram manifestantes que voltavam para casa após um grande protesto.
O ataque de 21 de julho de 2019 deixou quase 50 feridos, alguns dos quais estavam apenas passando pelo local. Depois do ocorrido, muitos criticaram a polícia, que foi acusada de demorar para agir.
