Obra de Mário de Andrade entra em domínio público neste ano
Direitos autorais deixam de valer após 70 anos da morte do autor. 'Macunaíma' e outros livros podem ser copiados, xerocados e adaptados
Todos os livros do escritor Mário de Andrade, incluindo o clássico "Macunaíma" (1928), entraram em domínio público e podem ser usados sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Segundo a regra de domínio público no Brasil, os livros do autor modernista estão livres de direitos autorais no primeiro dia do ano seguinte em que se completou 70 anos de sua morte. Mario de Andrade morreu em 25 de fevereiro de 1945.
Leia também
A partir de então, a obra pode ser copiada, xerocada, reproduzida e adaptada livremente.
Mordernista


Vídeo mostra últimos momentos de jovem encontrada morta em condomínio de Fortaleza

Balde de água fria no aniversário do CRB - 21/09/2026

Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde

Acidente na BR-101 deixa feridos em Porto Real do Colégio
O escritor foi figura central do movimento de vanguarda de São Paulo e do movimento modernista que culminou na Semana de Arte Moderna de 1922.
Ele integrou o "Grupo dos Cinco", que deu início ao modernismo no Brasil, formado também por Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Menotti Del Picchia.
Suas obras mais conhecidas são o livro de poesias "Pauliceia Desvairada", e os romances "Amar, verbo intransitivo", de 1927, e "Macunaíma".
