Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Na busca por origem de óleo, pesquisadores encontram resposta sobre os fardos

Labomar diz que encontrou a explicação para as caixas que encalham nas praias nordestinas desde o final de 2018

Pesquisadores do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC) descobriram a origem dos fardos de borracha encontrados na costa do Nordeste. A equipe estava estudando dados históricos, físicos e biológicos para explicar o surgimento das manchas de óleo que vêm sendo registradas no litoral nordestino.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Após análise das informações, chegaram à conclusão de que os fardos vieram do navio alemão SS Rio Grande, naufragado na costa do Recife (PE), em 1941.

Leia também

Estávamos investigando a hipótese de que esse naufrágio, que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, era a fonte do óleo, já que este material, por coincidência, chegou aos mesmos locais nos quais os fardos chegaram no ano passado. Além disso, o navio carregava uma grande quantidade de óleo combustível quando afundou", afirma o professor Carlos Teixeira, oceanógrafo físico do Labomar.

"No entanto, alguns colegas da Universidade Federal da Bahia, usando informações da Petrobras, disseram que o óleo encontrado era bruto, não tinha característica de combustível, e também seria óleo novo - ou seja, não teria quase 80 anos de idade. Apesar dessa informação preliminar, ainda precisamos de análises para ver se de fato ele é novo ou não", pontua. "Como resultado desse estudo sobre o óleo, acabamos descobrindo a origem dos fardos. Miramos em um problema e acertamos em outro", diz o pesquisador.

Shorts Youtube
Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Play
Prisão de influenciador vira munição em disputa entre JHC e Paulo Dantas

Prisão de influenciador vira munição em disputa entre JHC e Paulo Dantas

Play
PL de AL aposta em ex-vereador para liderar juventude do partido

PL de AL aposta em ex-vereador para liderar juventude do partido

Play
Inauguração de avenida em Arapiraca mobiliza lideranças e sinaliza articulação política

Inauguração de avenida em Arapiraca mobiliza lideranças e sinaliza articulação política

Play
Antigos rivais, Sérgio Lira e Marcos Madeira se juntam em apoio a JHC

Antigos rivais, Sérgio Lira e Marcos Madeira se juntam em apoio a JHC

A partir de uma inscrição que estava nas caixas, a equipe fez uma pesquisa utilizando registros históricos sobre naufrágios e conseguiu identificar o navio, que está afundado a 1 mil km da costa de Recife e se encontra a aproximadamente 5,8 km de profundidade. Além de Carlos Teixeira, os professores Luis Ernesto Bezerra e Rivelino Cavalcante, também do Labomar, fizeram simulações no computador, tomando como base a direção e intensidade das correntes oceânicas e dos ventos, calculadas a partir da posição do naufrágio.

"Uma coisa que também estamos fazendo - no caso, o professor Luís Ernesto - é estudar os organismos que estavam nas caixas de borracha, para comprovar esta hipótese. As cracas, por exemplo, não se desenvolvem a 5 mil metros de profundidade, que é a profundidade onde o navio se encontra. Elas só se mantêm perto da superfície. Através do cálculo da idade delas, teríamos uma ideia de quanto tempo as caixas estiveram boiando", explica.

Os fardos começaram a aparecer nas praias de Alagoas no dia 24 de outubro de 2018, sendo a primeira ocorrência no Ceará registrada apenas dois dias depois. Caucaia, Camocim e Aracati foram os primeiros locais no estado. Em Fortaleza, os primeiros pacotes chegaram após cinco dias, na praia do Serviluz. Pesando cerca de 100 kg e identificados um mês depois pelo laboratório do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) como sendo composto por borracha, a origem deles permaneceu como um mistério até o estudo anunciado ontem pelo Labomar.

Como a descoberta foi feita na terça, 8, a equipe ainda está trabalhando na produção de um artigo científico para apresentação dos resultados.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas