MP/AL apura suposto desvio de recursos da Previdência Social de Atalaia
Conforme consta em portaria no Diário Oficial, valores descontados do funcionalismo não teriam sido repassados à autarquia
O Ministério Público Estadual (MPE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Capela, resolveu instaurar inquérito civil para apurar suposto desvio e apropriação de recursos do Instituto Próprio de Previdência Social do município de Atalaia, entre os anos de 2013 e 2014. A portaria está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (13).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com a publicação, os valores descontados do funcionalismo público não teriam sido repassados ao instituto previdenciário, quando da gestão do ex-prefeito Manoel da Silva Oliveira.
Leia também
A portaria leva em conta a Constituição Federal, que assegura a servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, "regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial - Regime Próprio de Previdência Social".
Na oportunidade, a promotoria também leva em conta a Lei nº 8.429/1992, que considera como atos de improbidade administrativa aqueles que importem em enriquecimento ilícito, dano ao erário e/ou violação aos princípios da administração pública.


Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno
Por tais razões, o Ministério Público abriu inquérito civil para investigar as denúncias e promover diligências necessárias à complementação das informações.
A portaria é assinada pelo promotor de Justiça Paulo Roberto de Melo Alves Filho.
