Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

MP denuncia mais 5 pessoas por fraude que gerou dívida superior a R$ 43,7 mi em AL

Acusados agiam como operadores financeiros de orcrim que utilizava empresas para movimentar dinheiro ilegalmente


				MP denuncia mais 5 pessoas por fraude que gerou dívida superior a R$ 43,7 mi em AL
Esquema de fraude gerou dívida superior a R$ 43,7 milhões em Alagoas. Divulgação

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) apresentou, nessa terça-feira (3), uma nova denúncia criminal contra cinco pessoas investigadas na Operação Invoice, que apura um esquema de fraude tributária envolvendo o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na importação, o que gerou um débito superior a R$ 43,7 milhões para Alagoas.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A ação foi protocolada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf) na 17ª Vara Criminal da Capital, especializada no combate ao crime organizado.

Leia também

Os cinco denunciados integram o chamado Núcleo II da operação e são acusados de participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações conduzidas pelo Gaesf, os denunciados atuavam como pessoas interpostas, conhecidas popularmente como “laranjas” ou “testas de ferro”, desempenhando funções de operadores financeiros da organização. Eles teriam disponibilizado seus nomes para empresas de importação e exportação, conhecidas como tradings, e holdings vinculadas ao grupo, além de movimentarem recursos provenientes das fraudes.

Shorts Youtube
Play
CRB perde para o Goiás fora de casa - 03/11/2026

CRB perde para o Goiás fora de casa - 03/11/2026

Play
Vídeo mostra desespero do pai ao encontro filho morto em acidente na AL-115 2/11/26

Vídeo mostra desespero do pai ao encontro filho morto em acidente na AL-115 2/11/26

Play
Queda de Jato deixa enorme cratera no asfalto na Flórida 2/11/26

Queda de Jato deixa enorme cratera no asfalto na Flórida 2/11/26

Play
Pastor de Alagoas critica governo federal por reclassificação de desenhos bíblicos infantis 2/11/26

Pastor de Alagoas critica governo federal por reclassificação de desenhos bíblicos infantis 2/11/26

Play
Ex-vereador reage após comentário sobre Erika Hilton gerar acusações de transfobia

Ex-vereador reage após comentário sobre Erika Hilton gerar acusações de transfobia

A estrutura financeira investigada utilizava contas de passagem, saques em dinheiro e transferências entre empresas estabelecidas em diferentes Estados brasileiros, incluindo Alagoas, Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo.

Segundo o Ministério Público, o esquema se aproveitava indevidamente de um regime especial de tributação do ICMS-importação. Como consequência da fraude, o débito inscrito em dívida ativa do Estado de Alagoas já ultrapassa R$ 43,7 milhões.

Segunda denúncia da Operação Invoice

A nova denúncia representa a segunda etapa de responsabilização criminal no âmbito da Operação Invoice. Em abril de 2026, a 17ª Vara Criminal da Capital recebeu integralmente a primeira denúncia apresentada pelo MPAL, referente ao Núcleo I, composto pelos apontados líderes da organização criminosa, integrantes do braço contábil e outros investigados.

Com as duas frentes de investigação, o Gaesf busca responsabilizar os envolvidos nas diferentes funções desempenhadas dentro da estrutura criminosa, desde a articulação do esquema até a movimentação dos recursos financeiros.

Nas ações penais, o Ministério Público defende penas que, somadas, podem alcançar uma média de 108 anos de reclusão, enquanto as penas máximas, consideradas as imputações apresentadas, podem ultrapassar 172 anos de prisão. Individualmente, as penas médias estimadas variam entre 15 e 21 anos de reclusão.

Além das condenações, o MPAL requer a fixação de reparação mínima de R$ 43,7 milhões pelos danos causados aos cofres públicos. Também solicita a manutenção e a ampliação das medidas de bloqueio de bens, valores, imóveis e veículos pertencentes aos denunciados e às empresas relacionadas ao esquema.

Outro pedido é a perda dos bens vinculados às práticas criminosas. O Ministério Público também requer a suspensão do exercício profissional de um dos denunciados, que atua como contador.

A Operação Invoice permanece em andamento. Segundo o MPAL, novas medidas deverão ser adotadas no decorrer das investigações e das ações de responsabilização dos envolvidos em fraudes contra a arrecadação tributária estadual.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas