Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Mais de mil marinheiros têm resultado positivo para Covid-19 na França

Cerca de 300 aguardam o resultado dos exames

Mais de mil marinheiros apresentaram resultado positivo para a Covid-19 no porta-aviões francês Charles de Gaulle e no grupo aeronaval que o acompanha, de um universo de 2.300 pessoas, informou nesta sexta-feira (17) o ministério da Defesa.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Vinte e quatro foram para o hospital -sendo que um está em estado grave - e 545 com sintomas mais fortes estão sendo monitorados.

Leia também

Ainda faltam os resultados de outros 300 exames. Os marinheiros que deram negativo estão em quarentena em um complexo militar.

A origem dos contágios no navio de guerra de 42 toneladas é um enigma. A tripulação, em missão há três meses, não esteve em contato com o exterior desde uma escala no porto francês de Brest, no Oceano Atlântico, de 13 a 16 de março, quando a contaminação pode ter ocorrido.

Shorts Youtube
Play
Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Play
Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Play
Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Play
Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Play
Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Os marinheiros tiveram permissão de encontrar suas famílias em terra e foram a restaurantes e cafés antes de retornar ao navio. Cinqüenta novos marinheiros embarcaram na ocasião. A escala aconteceu pouco antes da quarentena ser implementada na França.

A imprensa francesa citou membros da tripulação dizendo que houve tensão quando a doença começou a se espalhar no navio, depois da parada em Brest, sendo que em seguida o porta-aviões foi devolvido ao mar.

Nesta sexta, a ministra das Forças Armadas, Florence Parly, negou o relato de um membro da tripulação entrevistado pela rádio France Bleu. O marinheiro afirmou que o capitão havia se oferecido para interromper a missão em Brest, mas o ministério ordenou que o navio continuasse navegando.

"Esse boato é falso", disse Parly em uma audiência parlamentar, indicando que assim que os primeiros casos foram detectados, em 7 de abril, ela tomou a decisão de encerrar a missão.

Após a parada em Brest, o navio permaneceu no mar por mais algumas semanas, até retornar ao seu porto mediterrâneo, Toulon, duas semanas antes do previsto, com 40 marinheiros já mostrando sinais de Covid-19.

"As pessoas precisam entender que está fora de questão colocar em risco a tripulação", disse o porta-voz da Marinha, Eric Lavault, à rádio RTL, na noite de quinta-feira (16).

"O comando tomou todas as medidas de proteção e, desde a escala em Brest, havia verificações de temperatura duas vezes por dia e questionários para rastrear contatos. Mas este não é um navio de cruzeiro. É um navio de guerra que faz guerra contra o Estado Islâmico", completou ele.

A tripulação do Charles de Gaulle, seus aviões e helicópteros e a fragata Chevalier Paul estão agora em quarentena. A embarcação está sendo desinfetada e partirá novamente em junho, disse Parly.

A França, o país ocidental com o maior número de tropas em missão ativa no exterior depois dos Estados Unidos, teve que pesar a necessidade de proteger seus soldados e marinheiros da doença contra o desejo de continuar com suas funções.

O Exército já foi forçado a trazer de volta alguns soldados das operações na África depois de terem testado positivos para o vírus, embora Parly tenha dito que apenas uma missão no Golfo da Guiné foi suspensa.

A rápida disseminação da doença a bordo do navio francês levantou questões semelhantes às que surgiram diante do surto no navio americano Theodore Roosevelt.

O episódio levou à demissão de um capitão que pedira mais ajuda e também à saída do cargo do chefe da Marinha que o demitiu.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas