Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Justiça obriga Estado a garantir moradias para famílias vítimas das chuvas

Vinte e uma famílias estariam desabrigadas e, desde 2010, vivem de forma precária

A sentença do juiz Manoel Cavalcante de Lima Neto, que obriga o Estado de Alagoas a garantir moradias dignas para 21 famílias desabrigadas, foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Alagoas por unanimidade. As pessoas beneficiadas foram atingidas pelasfortes chuvas que castigaram as cidades alagoanas em junho de 2010.  Até hoje, elas vivem de forma precária, cercadas de proliferação de doenças e ambientes impróprios em ocupações.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Na origem do processo, o Ministério Público Estadual ajuizou ação civil pública objetivando a colocação das famílias em situação de risco em conjuntos habitacionais, para atender ao direito fundamental à moradia. A instituição alegou que elas foram alojadas na Escola Estadual Alfredo Gaspar de Mendonça de forma provisória. Na ocasião, a Secretaria Estadual de Infraestrutura se comprometeu a realojar as famílias cadastradas no Projeto Integrado de Urbanização da Orla Lagunar, no Conjunto Habitacional Santa Maria, o que não foi cumprido integralmente.

Leia também

De início, o governo cadastrou 226 famílias, porém, 58 delas ainda precisavam de apoio do poder público até 2012, permanecendo instaladas na escola. Na decisão do Juízo de Direito, as famílias dos enfermos, idosos e crianças tiveram prioridade na obtenção de moradias no Programa Minha Casa, Minha Vida do Conjunto Residencial José Aprígio Vilela, restando 21 famílias que seriam abrigadas por outro conjunto habitacional, a ser lançado em 2013, o que nunca ocorreu.

Há mais de um ano se iniciaram as obras de reforma da escola, o que obrigou as famílias a saírem do local e construírem barracas de lona nas áreas verdes do Conjunto Habitacional Santa Maria e de um posto de saúde desativado próximo ao local.

Shorts Youtube
Play
Chacina em Arapiraca: escultor vai a júri

Chacina em Arapiraca: escultor vai a júri

Play
Atuação de parlamentares alagoanos é destaque no 19º Prêmio Congresso em Foco

Atuação de parlamentares alagoanos é destaque no 19º Prêmio Congresso em Foco

Play
Samara Martins é a terceira presidenciável em uma semana a cumprir agenda em Maceió

Samara Martins é a terceira presidenciável em uma semana a cumprir agenda em Maceió

Play
Arthur Lira encontra Flávio Bolsonaro após agendas separadas em Alagoas

Arthur Lira encontra Flávio Bolsonaro após agendas separadas em Alagoas

Play
Alfredo Gaspar comenta ausência de JHC na agenda de Flávio Bolsonaro em Maceió

Alfredo Gaspar comenta ausência de JHC na agenda de Flávio Bolsonaro em Maceió

"O Ministério Público entende que habitação é direito fundamental e condição mínima de inclusão social, por essa razão essas famílias não poderiam permanecer vitimadas pela violação ao direito da moradia", destacou a promotora de Justiça Cecília Carnaúba diante do processo que transitou em julgado com o acórdão.

Controle judicial

Para a desembargadora Elizabeth Carvalho Nascimento, uma vez que existe o programa do Estado, sendo ele insuficiente, é necessário um controle judicial para garantir a efetivação do direito fundamental à moradia de pessoas que se encontram em situação vulnerável. Ela destaca o fato de já haver projetos de moradia popular, como os do Vale do Reginaldo, Sururu de Capote e Comunidade do Jacaré, além do próprio Conjunto Residencial José Aprígio Vilela.

"Ressalte-se que o caso não é de omissão, mas de atuação insuficiente e inadequada do Poder Público, quando possui o dever de agir de maneira satisfatória através da garantia de moradia a essas pessoas, a maioria delas já cadastradas e à espera de serem contempladas por alguns dos projetos em andamento, sem que haja motivo pra a sua não efetivação", disse a desembargadora na relatoria do processo na 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas