Instituto discute trazer tratamento inédito com células-tronco para o Brasil
Ensaios clínicos já estão sendo realizados pelo Laboratório Kadimastem, em Israel
Um projeto inédito que pode ser mais uma opção de tratamento para pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica deve ser trazido para o Brasil, por meio do Estudo AstroX, que está sendo realizado pelo Instituto Dr. Hemerson Casado.
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Ensaios clínicos já estão sendo realizados e coordenados pelo Laboratório Kadimastem, em Israel. O estudo consiste em utilizar células-tronco de embriões para tratar a ELA - doença rara e sem cura que afeta 14 mil pessoas no país. Estima-se que o investimento poderá custar até U$10 milhões de dólares (aproximadamente R$ 40 milhões de reais).
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De acordo com o médico e presidente do instituto que leva o seu nome, Hemerson Casado, pesquisas têm demonstrado que o tratamento com células-tronco é seguro e pode ser um aliado no combate às doenças raras, trazendo esperança para os pacientes, para a comunidade científica e suas famílias.
Casado é cirurgião cardiovascular e foi diagnosticado com ELA em 2012. "Cientistas utilizam células-tronco de embriões para a diferenciação de neurônios motores, em doses altas e repetidas, em um intervalo de três ou seis meses, para que tenhamos um número de células sendo fixadas na medula e no cérebro", explica.


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Ainda segundo o ativista, essa pode ser uma opção de tratamento, especialmente para os pacientes que já se encontram em estágio avançado da doença, visto que os ensaios clínicos não costumam incluir essas pessoas como público-alvo.
FINANCIAMENTO
O instituto discute financiamento e apoio do Ministério da Saúde, Fiocruz, investimentos privados, emendas parlamentares e recursos próprios de pacientes e de associações brasileiras de ELA. São contabilizadas 170 organizações sem fins lucrativos que lutam em favor da causa das doenças raras no Brasil.
