Incidência de chikungunya volta a crescer em Alagoas e supera a média nacional
Somente em 2022, o Nordeste apresentou a maior taxa de incidência, com 156,1 casos por 100 mil habitantes, entre as regiões do Brasil

14/06/2022 às 4:07 • Atualizada em 14/06/2022 às 6:17 - há XX semanas
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Boletim do Ministério da Saúde mostra que a incidência de chikungunya em Alagoas superou a média nacional, com 52,5 casos por cem mil habitantes. O último levantamento publicado pelo MS, nessa segunda-feira (13) aponta que ocorreram 108,7 mil casos no país, que registra taxa 51 notificações por 100 mil habitantes.
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Em comparação com o ano de 2019, houve aumento de 35,2%. Quando comparado com o ano de 2021, o crescimento foi de 95,7%. Para o ano de 2022, a região Nordeste apresentou a maior incidência (156,1 casos/100 mil hab.), seguida das Regiões Centro-Oeste (27 casos/100 mil hab.) e Norte (20,3 casos/100 mil hab.).
Segundo o boletim do MS, os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de chikungunya foram Fortaleza/CE, com 7.853 casos (290,5 casos/100 mil hab.), Juazeiro do Norte/CE, com 4.117 casos (1.479,5 casos/100 mil hab.), Salgueiro/PE, com 3.100 casos (5.035,7 casos/100 mil hab.), Crato, com 2.933 casos (2.190,2 casos/100 mil hab.) e Brejo Santo/CE, com 2.724 casos (5.426,8 casos/100 mil hab.)
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Até o momento, foram confirmados 19 óbitos para chikungunya nos estados: Ceará (14), Paraíba (2), Maranhão (1), Pernambuco (1), Alagoas (1). No país há, ainda, 40 óbitos em investigação.


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As informações sobre chikungunya apresentadas no boletim do MS são referentes às notificações ocorridas entre as semanas epidemiológicas (SE) 1 a 22, que compreende o período entre 2 de janeiro e 4 de junho.
