Gerenciamento Costeiro reforça sinalização na Piscina do Amor
Equipe vai repor boias e monitorar a área considerada zona de exclusão para diversos tipos de usos, em Pajuçara
A equipe de Gerenciamento Costeiro do Instituto do Meio Ambiente (IMA) reforçou o monitoramento e a reposição de sete boias de sinalização da Piscina do Amor, na manhã desta quinta-feira (22). O trabalho é realizado devido a ações de vândalos na área, que é considerada uma zona de exclusão para diversos tipos de usos.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Segundo o coordenador do Gerenciamento Costeiro, Ricardo César, as boias são constantemente arrancadas, roubadas ou danificadas. "Sabemos que a maioria dos usuários apoia as ações de preservação; são casos isolados os que podem ser chamados de vandalismo. Mas é importante ficar claro que vamos continuar a monitorar e fiscalizar. Caso haja algum flagrante, a pessoa pode responder administrativa e penalmente", comentou o gerente.
Leia também
A Piscina do Amor é legalmente definida como zona de exclusão a partir de uma resolução do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram), publicada em Diário Oficial no dia 16 de junho de 2015. Desde então, estão restritas atividades como exploração, explotação e usos diversos, como pesca, turismo, recreação, prática de esportes, tráfego e fundeio de embarcações.
O monitoramento, fiscalização e pesquisa são de responsabilidade do IMA, que poderá solicitar o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), Capitania dos Portos e Colônia de Pescadores do Jaraguá.


Vídeo mostra Rick e Bruno Avelar antes de embarcarem em helicóptero

Polícia define destino dos R$ milhões apreendidos: dinheiro irá para conta judicial

Saques de R$ 5.084 milhões no período eleitoral causam "estranheza", diz SSP

Funcionários disseram que R$ 2 milhões seiriam entregues à dona da empresa, afirma SSP

