Empresa alvo de operação do Gecoc nega ilícitos em contratos com prefeituras
LLMar encaminhou nota à imprensa defendendo regularidade nos procedimentos
Alvo de uma operação deflagrada pelo Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e Polícia Militar (PM), para cumprimento de mandados de busca e apreensão, a locadora de veículos LLMar divulgou uma nota à imprensa, na manhã desta sexta-feira (29), garantindo que todos os contratos firmados pela empresa com o poder público são lícitos.
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Luciano Lima Lopes, diretor da empresa, chegou a ser detido, mas teve a prisão preventiva revogada após prestar depoimento aos promotores.
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Por meio da assessoria de imprensa, garantiu que está à disposição da Justiça para esclarecimentos.
"A Locadora de Veículos LLMAR continua em plena atividade, apesar da operação de busca e apreensão realizada na manhã de quinta-feira, 28 de abril. A LLMAR afirma que todas as contratações feitas entre ela e os entes públicos são lícitas e baseadas na legislação vigente. A empresa permanece, como sempre permaneceu, à disposição da Justiça para prestar esclarecimento sempre que necessário", diz trecho do documento.


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A revogação da prisão de Luciano foi pedida pelo próprio Ministério Público Estadual (MPE). O Gecoc investiga desvio de dinheiro público por meio de notas fiscais falsas. Segundo as investigações, o esquema servia para justificar despesas feitas pelos gestores públicos.
Leia, abaixo, a íntegra da nota divulgada pela LLMAR:
"A Locadora de Veículos LLMAR esclarece a toda sociedade, aos seus clientes e fornecedores que, apesar da operação de busca e apreensão realizada na manhã de quinta-feira, 28 de abril, na sede da empresa e na residência de seu diretor, Luciano Lima Lopes, continua em plena atividade. A Justiça revogou, na mesma tarde, a prisão temporária anteriormente decretada de Luciano Lima Lopes, após requerimento feito pelo próprio Ministério Público Estadual (MPE). A LLMAR afirma que todas as contratações feitas entre ela e os entes públicos são absolutamente lícitas e baseadas na legislação vigente. A empresa permanece, como sempre permaneceu, à disposição da Justiça para prestar todo e qualquer tipo de esclarecimento sempre que necessário. Por fim, a empresa repudia expressamente a divulgação dos vídeos e fotos quando do cumprimento do mandado de busca e apreensão, fato que causa enorme desonra e expõe desnecessariamente esta empresa e toda família gestora."
