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Em ano marcado pela Covid, casos de dengue, zika e chikungunya caem em Alagoas

Sinais das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti podem ser confundidos com sintomas de gripes, diz MS

Em ano marcado pelo avanço da Covid, os municípios alagoanos registraram queda expressiva de doenças causadas pelo Aedes aegypti, capaz de transmitir a dengue, o zika vírus e a chikungunya.

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Em 2019, segundo panorama da dengue em Alagoas, foram confirmados 13.894 casos e, em 2020, menos de 2 mil. Já em relação aos óbitos causados pela doença, ocorreu um em cada um dos últimos dois anos, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde (SINAN /MS).

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Ainda de acordo com dados repassados pelos municípios ao Ministério da Saúde, em 2019 foram confirmados em Alagoas 510 casos de zika e, no ano seguinte, 113. Nenhum óbito foi registrado nos dois últimos anos.

Sobre a chikungunya, foram 1.515 pacientes diagnosticados com a doença em 2019 e 145 no ano passado, com uma morte registrada há dois anos. De acordo com informações do Ministério da Saúde, os sinais das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti podem ser confundidos com sintomas de outras mais comuns, como gripes e resfriados.

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A redução em 2020 dos casos de dengue, zika e chikungunya foi de, respectivamente,  85,7%, 77,8% e 90,4% em Alagoas, em relação ao ano anterior.

"Por isso, é importante estar sempre em alerta, não tomar medicamentos sem orientação médica e manter-se sempre hidratado. Além, é claro, de buscar um diagnóstico médico o quanto antes, o que é essencial para o sucesso do tratamento. Se as dores abdominais persistirem, mesmo com a ausência de febre, procure ou volte ao médico. Esse sintoma persistente pode indicar os casos mais graves da doença", destaca o Ministério da Saúde (MS).

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