Deputados acusam PM de usar bombas vencidas contra manifestantes em SP
Secretaria de Segurança nega, mas diz que 'mesmo fora da validade os gases não prejudicam a saúde, só são menos efetivos'.
Deputados de oposição da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) afirmam que Polícia Militar (PM) usou bombas de gás-lacrimogêneo vencidas contra servidores durante a segunda votação da reforma da Previdência nesta terça-feira (3). A proposta foi aprovada em sessão marcada por confronto entre policiais e funcionários públicos.
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A co-Deputada da Bancada Ativista Monica Seixas (PSOL) se referiu sobre o episódio como uma "guerra". "Nossa equipe recolheu mais de 40 bombas de gás vencidas contra a população. Mais de 100 balas de borracha", disse em sua conta no Twitter.
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Em uma das imagens dos artefatos é possível ler um aviso de perigo caso seja usado fora do prazo de validade.
O G1 questionou a Secretaria de Segurança Pública sobre o uso de bombas fora do prazo de validade. Por telefone, a assessoria de imprensa do órgão não confirmou que foram utilizados artefatos vencidos, mas disse que "mesmo fora da validade os gases não prejudicam a saúde, só são menos efetivos".


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