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Casos de febre chikungunya explodem e preocupam autoridades de saúde em Alagoas

Somente este ano, foram registradas 6.400 notificações da doença em todo o estado

O aumento desenfreado dos casos suspeitos de febre chikungunya em Alagoas tem chamado a atenção e preocupado as autoridades que lidam com a saúde pública no estado. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, também vetor do zika vírus, da dengue e febre amarela. Somente este ano, mais precisamente de janeiro a maio, foram registrados 6.400 casos suspeitos da febre. No ano passado inteiro, foram 127. Não há registro desta doença em 2014.

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A secretária estadual de Saúde de Alagoas, Rozangela Wyszomirska, disse que os números mais alarmantes foram notificados nas áreas nobres da capital, sobretudo na região da Ponta Verde, onde a quantidade de casos é muito grande. A maioria deles é justamente registrada nestas áreas.

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A gestora explicou que os agentes de endemias e comunitárias têm encontrado várias dificuldades para atuar nos bairros nobres de Maceió. São muitas obras em andamento e inúmeros imóveis fechados, impedindo que o combate ao mosquito transmissor destes males seja feito com eficácia. 

"Há uma explosão de casos da febre nos últimos meses, o que é motivo de preocupação para todos nós. No entanto, a Sesau [Secretaria de Estado da Saúde] tem atuado em parceria com outros órgãos para combater o mosquito Aedes. Peço, todavia, o apoio da população para que elimine os prováveis criadouros dentro de casa", comentou a secretária.

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Ela citou o bairro de Ponta Verde como preocupante, já que além de obras e casas fechadas, há muitas piscinas abandonadas, que acabam abrindo espaço para a proliferação do inseto.

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