Auditores Fiscais do Trabalho fazem ato público no Centro de Maceió
Trabalhadores lutam por melhores condições de trabalho e se dizem contra a terceirização
Auditores Fiscais do Ministério do Trabalho realizaram um ato público, na manhã desta quinta-feira (4), no Centro de Maceió, para reivindicar melhores condições de trabalho e protestar contra a terceirização. A manifestação também foi realizada em outras capitais do Brasil.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com a delegada do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Martha Fonseca, também fazem parte da pauta da categoria três projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado Federal.
Leia também
"Um destes projetos é para a restrição de terceirização em algumas atividades da Receita. Somos contra o aumento da idade para aposentadoria apresentado no projeto da reforma previdenciária à lei que permite que o trabalhador realize os seus serviços em condições análogas à da escravidão", informou Martha.

Entre as pautas de reivindicações dos servidores, está o aumento salarial, a implantação de carreiras e novas condições de trabalho nos prédios da Receita.


"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1
Segundo Israel Lessa, superintendente do Ministério do Trabalho em Alagoas, o efetivo dos trabalhadores está defasado em todo o Brasil. "O país tem vagas para 3.600 vagas, quando temos apenas 2.500 vagas ocupadas, e não há perspectivas para novos concursos. Isso é um fator muito preocupante, porque atrasa as metas da categoria e impede a realização de outros serviços, como fiscalização de empresas e cobranças", completou.
Martha Fonseca informou ainda que hoje, a cada 10 acidentes de trabalho oito atingem os trabalhadores terceirizados e a cada cinco trabalhadores mortos em razão de acidentes de trabalho, quatro são terceirizados. "Um número altíssimo e que precisa ser combatido".
A Delegacia Sindical de Maceió informou àGazetawebque os servidores continuarão em busca da aprovação dessas reivindicações e, em breve, novos atos devem ser realizados em todo o território nacional.
