Arquidiocese de Maceió abre o Ano Santo Mariano nesta quarta-feira
Solenidade celebra os 300 anos da imagem de Aparecida com missa às 6h30, no Santuário Virgem dos Pobres
A Arquidiocese de Maceió abre o Ano Santo Mariano nesta quarta-feira (1º), no Santuário Virgem dos Pobres, no bairro de Mangabeiras, em Maceió. A solenidade acontece em celebração aos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba, em São Paulo.
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Padre Manoel Henrique, da Paróquia do Perpétuo Socorro, no Tabuleiro do Martins, conversou com aGazetaweb, na manhã de hoje. Segundo o sacerdote, a programação tem início às 6h30, com a celebração da Santa Missa, pelo arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz. A Igreja Virgem dos Pobres será transformada em um Santuário Mariano, porém, os detalhes ainda serão divulgados pela Arquidiocese.
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Após a celebração, haverá um café da manhã com todo o clero, para apresentar o calendário do Ano Mariano, cujas atividades serão realizadas nas paróquias.

CNBB


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O Ano Mariano foi idealizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e publicizado pelo Papa Francisco. Como preparação da grande solenidade dos 300 anos, a imagem de Aparecida percorreu as arquidioceses e dioceses do país, no ano passado, atraindo fiéis de todas as regiões.
"Agora, cada diocese vai comemorar os trezentos anos com uma programação específica e repleta de celebrações, seminários, reuniões, encontros, congressos e outros eventos. O arcebispo abre o Ano Santo amanhã e todos os cristãos estão convidados a participar desta grande solenidade da Igreja Católica, que venera a Virgem Maria", comentou padre Manoel.
Questionado sobre o sentido desta realidade presenciada pelos católicos, o sacerdote enfatiza que a celebração do Ano Mariano é uma resposta a um projeto de vivência e espiritualidade, voltado a um trabalho de evangelização com foco em Maria, em Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
"Comemoramos uma realidade misteriosa, uma aparição de uma imagem quebrada em duas partes e recolhida por pescadores do Rio Paraíba. Ela foi admirada por eles e, a partir daí, a devoção cresceu e a Igreja Católica assume este papel de veneração a uma imagem negra, aparentemente pequena, mas com uma grandiosidade extrema", reforçou o padre.
