Ronaldo Fenômeno descarta franquia própria na Kings, mas projeta mercado dos EUA
O ex-jogador não pretende ser dono de uma equipe

Ronaldo Fenômeno, presidente da Kings World Cup 2026, comentou sobre os planos de expansão do novo formato de futebol 7x7 criado por Gerard Piqué. Embora a modalidade busque novos mercados internacionais e o craque brasileiro seja um dos grandes entusiastas da marca, ele descartou a possibilidade de se tornar dono de um time próprio no futuro.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

— A Kings League vai crescer muito, é um projeto ambicioso demais. Estou orgulhoso de estar envolvido e acredito muito nesse projeto; os jogadores do time brasileiro, com certeza, estão fazendo a parte deles. Mas não tenho a ideia de ter um time, não. Estou muito contente com a participação que já tenho na Kings League — afirmou o ex-camisa 9.
Leia também
A Seleção Brasileira se consagrou bicampeã da Kings World Cup no último sábado (17), após vencer o Chile por 6 a 2 em uma final dominante. O título não apenas consolida a hegemonia verde-amarela, mas eleva o patamar técnico da modalidade.
Com 20 seleções na disputa, o torneio serviu como vitrine para a franca expansão do mercado internacional da liga de Gerard Piqué.


"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1
— É natural que pensemos em um crescimento global. Os Estados Unidos são um mercado importantíssimo e estamos olhando para todas as frentes, com certeza — afirmou Ronaldo Fenômeno, reforçando o projeto de expansão da marca.
Como foi o bicampeonato do Brasil na Kings
A final aconteceu no Allianz Parque, em São Paulo, diante de 41 mil pessoas. Sob forte chuva e com o gramado comprometido, o confronto foi disputado, mas o Brasil demonstrou superioridade técnica — especialmente no setor ofensivo. A dupla Leleti e Lipão foi o grande destaque da decisão, dividindo a artilharia da noite com dois gols cada.
Entre os chilenos, Nacho Herrera e Mathías Vidangossy foram os responsáveis pelos gols.
