Quase sem treinos, jogadores da Seleção buscam atalhos para facilitar entrosamento
Parceria com colegas de clube acaba sendo solução mais comum

A falta de tempo para treinos na Seleção Brasileira, em especial para o primeiro jogo nas rodadas duplas, é uma queixa constante desde a época de Tite. Sem muito o que fazer, os jogadores - e, muitas vezes, a própria comissão técnica - acabam buscando atalhos para facilitar o entrosamento. E o mais comum deles é trabalhar com quem já se conhece.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Um bom exemplo disso pode ser visto nos treinos da Seleção Brasileira em Brasília. O começo da atividade dessa terça-feira (18), por exemplo, contou com os jogadores trocando passes e lançamentos em duplas. E Wesley fez parceria com Gerson, Léo Ortiz com Alex Sandro, e Endrick com Estêvão. Tudo em casa entre o quarteto do Flamengo e com os dois prodígios oriundos da base do Palmeiras.
Leia também
Mais cedo, Wesley reconheceu que ter três jogadores do Flamengo entre os convocados está ajudando na adaptação à Seleção Brasileira. E disse que tem Gerson como um “paizão”.
— Peço bastante conselho a ele. Às vezes nem peço, ele chega falando ‘“faz assim, faz assado”. E eu falo: caramba, paizão! Seleção! Aí ele: "É, agora mudou a chave". Estou colado com ele, pedindo conselho. Estou mais nervoso para treinar do que para dar coletiva.


Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas
'Conserta por vídeo', diz Bruno Guimarães sobre falta de treinos na Seleção
Jogador que mais atuou com Dorival Júnior — ele esteve em campo em todos os 14 jogos do Brasil sob a batuta do treinador —, Bruno Guimarães lamenta a falta de treinos na Seleção, mas diz que o grupo encontra maneiras fora do campo para buscar o melhor entrosamento.
— Apesar da falta de treino, temos que tentar consertar tudo por vídeo, para melhorar. A gente sabe que a gente pode jogar melhor do que a gente vem jogando. Óbvio que é uma reformulação, que tem muita coisa pela frente. Mas a gente tem que sempre ser protagonista do clube na seleção — considerou o volante.
Facilita um pouco o trabalho da comissão técnica da Seleção o fato de que, ao menos no setor ofensivo, os titulares já vem entrosados. Vini Jr. e Rodrygo são titulares e protagonistas no Real Madrid. E Endrick, que é reserva no clube espanhol e provavelmente na Seleção, também já sabe para quem olhar e onde se posicionar quando ganha a chance no time.

