Pia analisa Torneio e indica o que a Seleção precisa fazer nas decisões
Após a disputa da Copa do Mundo feminina, na França, em julho deste ano, Pia Sundhage foi contratada e, desde então, não perdeu sob seu comando
O Brasil bateu na trave mais uma vez ao perder nos pênaltis para a China a decisão do Torneio Internacional, disputado no país asiático no último domingo. Para a técnica Pia Sundhage, é possível tirar coisas boas e ruins desse duelo para os próximos compromissos da Seleção.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Estou muito feliz com o jogo contra o Canadá, marcamos quatro gols e isso é impressionante. Mas, contra a China, tivemos coisas boas e ruins. Começando pelo que não foi bom, tentamos construir jogadas no primeiro tempo e elas nos pressionaram, mas não conseguimos lidar com isso, não fomos bem", iniciou a sueca após a decisão.
Leia também
A treinadora também comentou a atuação na etapa complementar e indicou o que precisa ser feito para que, nesses momentos decisivos, o Brasil saia com a vitória.
"No segundo tempo, mudamos um pouco e, enquanto a China não conseguia pressionar tanto, criamos muitas chances. Estou feliz com isso, porém precisamos concluir essas oportunidades, precisamos ser mais frias para concluir. No geral, foram dois duelos importantes e vamos aprender muito com esses resultados. A jornada foi fantástica até agora e estou animada para o próximo ano", concluiu.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita
Após a disputa da Copa do Mundo feminina, na França, em julho deste ano, a Seleção contratou Pia e, desde então, não perdeu sob seu comando. Foram quatro vitórias (duas por goleada) e dois empates, justamente em duas decisões, que acabaram indo para os pênaltis e perdido pelas brasileiras. No próximo ano, ela e sua equipe disputam as Olimpíadas de Tóquio, no Japão.
