Leila Pereira critica duramente organizadas: ''Não construíram nada''
Presidente do Palmeiras falou sobre protestos dos torcedores e futuro do Verdão
Em entrevista coletiva realizada na tarde desta quarta-feira (11), a presidenta do Palmeiras, Leila Pereira, falou com o torcedor palmeirense que esperava com ansiedade um posicionamento da diretoria com relação à má fase do time nessas ultimas semanas.
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Com a recente eliminação em casa para o Boca Jrs, na Libertadores, e vendo a equipe do Botafogo disparar na liderança isolada do campeonato, Leila Pereira e os outros membros da diretoria do Palmeiras enfrentaram durante essas semanas protestos de torcidas organizadas do clube alviverde com relação à falta de contratações e a omissão da diretoria em momentos importantes.
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Leila não compactua com as criticas e disparou: "Essas torcidas organizadas não construíram nada. Eles são caso de polícia. Essas pessoas são o grande câncer do futebol brasileiro."
A presidente ainda fez uma avaliação sobre a temporada do Palmeiras. "Eu quando renovei o contrato do Abel, eu falei com ele que queria pelo menos um título por ano. Fui modesta. Ano passado, tivemos três. Este ano nós tivemos dois".


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e acrescentou: "Nós trabalhamos para ganhar todos os campeonatos. Infelizmente não conseguimos na Copa do Brasil e na Libertadores, por detalhes. Acho que foi boa. Gostaria que tivesse sido melhor, que nós sempre lutamos para conquistar o maior número de títulos possível sabendo que difícil. Estamos na luta do Brasileiro, complicado, mas estamos na luta. A gente luta sempre para conquistar o maior número possível".

E por fim, Leila respondeu sobre questionamento de conselheiros: "Eles queriam saber sobre conflito de interesse. Quando o conselheiro é bem intencionado, não tenho problema nenhum, não tenho problema com críticas. Sou política também. Essas pessoas não são da oposição, elas querem destruir a minha gestão. Foram essas pessoas que trouxeram a Black Star lá atrás. Antes desse questionamento vir para mim, estava na imprensa, então, não vou dar atenção a pessoas que não querem contribuir".
