GP do Brasil de F1 pode ser cancelado, diz chefe da Mercedes
Segundo ele, Grande Prêmio dos Estados Unidos também poderá não ser realizado, devido à pandemia do novo coronavírus
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, disse nesta sexta-feira (3) que é improvável que os Grandes Prêmios de Fórmula 1 do Brasil e dos Estados Unidos, agendados para outubro e novembro, respectivamente, sejam realizados, devido à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Em entrevista à BBC, o austríaco falou sobre o teor de sua conversa com o presidente e diretor-executivo da F1, o americano Chase Carey.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Com base nas minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito diligentes e não iriam lá se fosse um risco para nosso pessoal", disse à BBC.
Leia também
Segundo a publicação, a medida também deve ser aplicada ao GP da Cidade do México, na capital mexicana, programado para o mesmo período. Wolff revelou que Carey não está otimista a respeito da viabilidade das corridas.
O campeonato mundial estava previsto para iniciar em março, mas precisou ser adiado por causa do crescimento no número de casos e mortes da Covid-19 em todo o mundo. Atualmente, o calendário da F1 tem apenas oito corridas confirmadas, todas na Europa, e no intervalo das próximas 10 semanas.


Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro
No total, 12 provas já foram afetadas pela emergência sanitária, sendo que sete delas (Austrália, Mônaco, França, Holanda, Azerbaijão, Singapura e Japão) foram canceladas. Já outras cinco disputas foram adiadas (Bahrein, Vietnã, China, Espanha e Canadá).
