Davi Brito, de 19 anos, é o 1º triatleta com Down de Alagoas
Após quase três horas de prova, Davi escreveu seu nome na história

Gazetaweb
17/12/2023 às 2:15 • Atualizada em 18/12/2023 às 6:23 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
Davi Brito, 19 anos, tem síndrome de Down, e, neste domingo (17), na orla de Maceió, tornou-se o primeiro alagoano portador da síndrome a concluir uma prova de triatlo no Estado.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

????????? ?????????
Leia também
Ele participou do Ôxe Triatlo, que ocorreu na Pajuçara, e, durante a prova, nadou 400 metros, pedalou 10 quilômetros e correu outros 2.5, emocionando quem acompanhava a competição pelo desafio concluído.
Davi está indo para o terceiro ano do Ensino Médio e desde o oitavo dia de nascido a família o desafia diariamente para que o jovem supere suas limitações e dificuldades. Os familiares viram no esporte o caminho para proporcionar uma vida de qualidade para Davi.


Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas

“Eu fiquei muito orgulhoso em ver meu filho, hoje, superar todas as dificuldades. Fiquei surpreso por ele ter concluído todos os desafios propostos pelo evento. Ele correu, nadou e caminhou como um atleta, e, a partir de agora, vamos prepará-lo para outros desafios”, disse o pai de Davi, o desembargador Ivan Brito.
Além do triatlo, Davi pratica jiu-jitsu e natação. Com apoio das irmãs, a vida ativa contribui para o desenvolvimento do jovem, que consegue levar uma vida normal, estudar e ter amigos.

“O diagnóstico não deve ser limitador, e, sim, uma mudança de olhar com mais sensibilidade para a vida. É possível superar com muita atenção e dedicação tudo o que o primeiro diagnóstico apresenta para a família”, declarou Ivan.
“A vinda do Davi mudou meu olhar para o mundo. Precisei ter mais sensibilidade e uma visão de superação e desafios. O diagnóstico não é um limitador, uma trava que impede que a criança, o meu filho, se desenvolva e conviva normalmente. Ele tem uma vida boa, estuda bem, tem amigos e é abraçado por todos os colegas”, finalizou o pai.