Botafogo inicia 2023 em contínua reconstrução e sonho de título
Clube carioca voltará a uma competição internacional após três anos e tem medidas de pagamentos de dívidas fora de campo
Não há como negar que 2022 foi um ano especial para o Botafogo. Apesar da lamentação na reta final do Brasileirão por ficar fora da Libertadores, o clube carioca teve uma temporada agitada dentro e fora de campo diante da compra de John Textor, acionista majoritário da SAF. Para 2023, a expectativa é por voltar a conquistar um troféu de maior porte.
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O Botafogo chega para o novo ano ainda em reconstrução, mas bem melhor preparado se comparado ao clube de 12 meses atrás. Dentro de campo, há um time-base bem definido e a continuidade do trabalho de Luís Castro. Fora, atividades para quitar as dívidas.
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O clube voltará a jogar uma competição internacional após três anos. Apesar do longo intervalo longe dos cenários da América do Sul, os torcedores colocam a Copa Sul-Americana como objetivo para 2023. E não para por aí: a própria comissão técnica também enxerga a competição como a grande meta para a temporada.
Três contratações são consideradas certas para 2023: Gabriel Barros, Luis Segovia e Marlon Freitas. Mesmo que o investimento nesta parte não seja lá gigantesco como foi no começo do ano passado, a ordem é por buscar reforços de bom custo-benefício. A diretoria entende que a base já está montada e precisa de nomes pontuais.


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Na parte administrativa, o Botafogo fechou o ano com o pagamento de uma dívida de R$ 54 milhões para a Prefeitura do Rio de Janeiro. O clube, além de recuperar CNDs e ajudar a parte social, também pode facilitar os trâmites burocráticos do clube com as pastas municipais e estaduais no futuro.
John Textor assumiu o clube com uma dívida de pouco mais de R$ 800 milhões, valor que já diminuiu após os primeiros meses à frente da SAF. A tendência é que o trabalho de reconstrução também fora de campo continue, já que o Botafogo possui acordos para quitar débitos trabalhistas com credores pelos próximos anos.
