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Um mês de Chamusca: sem ataque, pouco tempo de treino e aproveitamento de 26,66%

Treinador foi anunciado no dia 7 de abril; encontrou elenco questionado, pressionado e, além disso, tem sofrido com pouco tempo livre para trabalhar

Completado um mês no CRB, o técnico Marcelo Chamusca tem comido o pão que o diabo amassou - popularmente dizendo. Desde a sua chegada, no dia 7 de abril, o comandante colocou o Galo em campo em cinco oportunidades, conquistando uma vitória, um empate e três derrotas, acumulando um aproveitamento de 26,66%. No entanto, fatores eximem o comandante alvirrubro de uma "culpa majoritária" por conta do mau rendimento.

Antes mesmo de pousar em Maceió, Chamusca já teve a obrigação de acompanhar do camarote da Arena Fonte Nova a partida mata-mata da Copa do Brasil entre  Bahia e CRB. Neste dia, viu com os próprios olhos o gol - depois da falha geral da defensiva regatiana -, aos 53 minutos do segundo tempo, que eliminou a equipe.

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					Um mês de Chamusca: sem ataque, pouco tempo de treino e aproveitamento de 26,66%
FOTO: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas

Aos desembarcar no Ninho do Galo, o comandante teve cinco dias para ter o primeiro contato com o grupo antes da partida de ida da final do Campeonato Alagoano, contra o CSA. Resultado: derrota por 1x0 e desvantagem para a finalíssima do Estadual. Na volta, após a primeira semana cheia para trabalhar, o atacante Hugo Sanches devolveu o placar da ida e levou a decisão para a cobrança dos pênaltis. Na famosa "loteria", o Galo perdeu por 4x2.

Passado o período turbulento, veio a semana antecedente a estreia no Brasileiro da Série B, esperada com muita expectativa. Mas as mesmas deficiências encaradas pelo ex-técnico Roberto Fernandes continuaram aparentes. Time sem ataque, pouca produtividade de jogadas e pronto para entregar um gol a qualquer momento.


				
					Um mês de Chamusca: sem ataque, pouco tempo de treino e aproveitamento de 26,66%
FOTO: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas

Foi assim contra o Londrina, que, após o CRB abrir o placar, o Tubarão conseguiu virar o jogo, utilizando o espaçado lado direito da defesa regatiana desprotegida por Daniel Borges. Três dias depois, fora de casa, no Paraná, outra falha de marcação determinou a derrota pelo placar mínimo no Estádio Durival de Brito.  As partidas foram pela primeira e segunda rodada da Série B, respectivamente.

Recentemente, nesta terça-feira (7), um resultado bastante amargo também bateu à porta do ninho. O 0x0 contra a Juazeirense, pela ida da pré-Copa do Nordeste 2020, escancarou ainda mais que tem peças no plantel que não estão correspondendo e não deixam uma luz no fim do túnel para a torcida regatiana. A ineficiência ofensiva vem desde a defesa, passando pela criação no meio de campo até chegar aos pés dos atacantes, que estão falhando na hora do arremate.


				
					Um mês de Chamusca: sem ataque, pouco tempo de treino e aproveitamento de 26,66%
FOTO: Carlos Humberto/Juazeirense

O centroavante Zé Carlos - o mais experiente do setor -, não vive um bom momento coma camisa regatiana: 17 partidas e três gols. O atacante Victor Rangel entrou em campo 15 vezes e balançou as redes cinco vezes. Até o momento, a melhor solução para o ataque de Chamusca é o veloz William Barbio, autor de sete gols na temporada.

Para aumentar ou diminuir a média de aproveitamento, o comandante do CRB terá um desafio grande, também fora de casa, contra o Brasil de Pelotas, pela terceira rodada da Segundona. O Galo é o 18º colocado da competição e ainda não pontuou.

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