Presidente do CRB demonstra otimismo sobre acesso: “Não acho que falte nada”
Mário Marroquim vê elenco regatiano deste ano melhor que o do ano passado, mas destaca limitação financeira

O presidente do CRB, Mário Marroquim, foi entrevistado no programa Bola Quente, da Rede Gazeta de Rádios, dentro do Timaço na Gazeta, na noite desta terça-feira (17). Às vésperas de estrear no Campeonato Brasileiro da Série B, o mandatário afirmou que o clube não tem nada a dever em relação a estrutura e capacidade da equipe de conquistar o tão sonhado acesso à elite do futebol brasileiro.
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“Eu não acho que falta nada. Falta entender que tem 20 clubes com o mesmo desejo. Entramos em uma competição com 20 times e apenas quatro irão subir. O torneio tem outras 19 equipes com os mesmos objetivos, que estão lutando, têm torcida, patrocinadores e estrutura como a nossa. Não falta nada de estrutura, não falta vontade, não falta desejo”, afirmou.
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Marroquim afirmou que há a concorrência pesada de vários clubes. O presidente regatiano elogiou o elenco e falou que o grupo atual é melhor que o ano passado, o que dá confiança ao time para o trabalho na atual temporada. Porém, relembrou a questão financeira, e usou exemplos de clubes de São Paulo, que recebem valores altos em cotas financeiras durante o Campeonato Paulista.
“Em algumas posições (do elenco), estamos melhor que o do ano passado. O que nos segura é a limitação financeira. Iniciamos o ano com desafios financeiros. A gente não tem essa cota, mas a gente está bem competitivo”, continuou.


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O mandatário foi questionado sobre a construção de um estádio para o clube. Marroquim citou que ter um palco esportivo próprio é um sonho, mas alguns fatores precisam ser levados em consideração, principalmente o custo de construção e manutenção, além da estrutura mais sólida por parte do futebol do estado.
“Esse é o sonho de todo o povo alagoano, mas vai ter um custo de construção não ordem de R$ 100 milhões, tem o custo de manutenção de R$ 750 mil. Não é fácil ter um estádio, é sonho, tem estrada para acontecer. Estamos caminhando a passos largos. Era necessário que o futebol alagoano estivesse nivelado por cima. É necessário subir o sarrafo para que a gente pense em um futebol alagoano mais forte”, pontuou.
