Ídolo de ASA e CSA, Didira compara momentos dos clubes e aponta caminhos para 2027
Jogador aponta a sequência de trabalho no ASA e a gestão no CSA como chaves para o sucesso
O meio-campista Didira, ídolo de ASA e CSA, avaliou os momentos distintos vividos pelos dois clubes em entrevista ao programa Gazeta Esportes, da TV Gazeta de Alagoas, exibida neste sábado (10). Enquanto o Alvinegro celebra o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro e se prepara para um novo desafio em 2027, o Azulão terá a Série D pela frente e busca se reorganizar após não alcançar o objetivo traçado na temporada.
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Nascido em Arapiraca, Didira construiu uma trajetória marcante com a camisa do ASA antes de defender o CSA em 2016. No clube azulino, participou de uma fase importante da história recente da equipe, que saiu da Série D e chegou à Série A do Campeonato Brasileiro.
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A experiência nos dois lados faz o jogador uma voz familiar às torcidas alagoanas. Ao comentar o momento do ASA, Didira demonstrou satisfação com o acesso e confiança no trabalho desenvolvido pelo clube para a sequência da temporada.

“Fico feliz pelo ASA, pela conquista, pelo acesso que foi tão importante. Eu tenho certeza que grandes coisas o ASA ainda vai conquistar. Vai vir pela frente um campeonato difícil, que é a Série C, mas eu tenho certeza que a diretoria está fazendo um bom trabalho”, afirmou.


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O acesso abre uma nova etapa para o clube de Arapiraca. Após o retorno à Séire C, o objetivo é organizar uma equipe competitiva e manter a estrutura para a disputa das competições no ano que vem.
A avaliação de Didira passa justamente pela continuidade do trabalho. O jogador reconhece a importância da conquista, mas também destaca o nível de dificuldade que o Alvinegro encontrará na próxima temporada.

Queda de rendimento do CSA
Se o cenário do ASA é de comemoração, o CSA encerrou a temporada com a frustração de não alcançar o acesso à Série C. Durante a entrevista, Didira avaliou que o Azulão começou bem a campanha, mas perdeu rendimento na reta final, comprometendo o objetivo estabelecido.
“Começou bem, uma temporada muito boa, mas no final começou uma queda de rendimento. O CSA acabou prejudicando no objetivo que era traçado para ser o acesso”, analisou.
Para o ex-meia, os problemas enfrentados ao longo da temporada precisam servir de aprendizado para que o clube consiga apresentar uma campanha mais consistente em 2027, quando disputará novamente a Série D do Campeonato Brasileiro.
“Tudo que aconteceu lá serviu de exemplo e vem servindo de exemplo de algumas coisas que tinham acontecido, para que o CSA possa vir o próximo ano mais forte, com constância dentro das competições, para buscar o objetivo que é o mais importante”, completou.

Idolatria
Conquistar identificação com duas torcidas rivais no mesmo estado é uma marca incomum no futebol. Didira conseguiu esse reconhecimento com as camisas de ASA e CSA. Ao falar sobre o significado dessa história, o ex-jogador destacou a gratidão pelas conquistas alcançadas nos dois clubes.
“Você conseguir ser ídolo em dois clubes no mesmo estado é muito difícil. Eu sou grato a Deus por tudo que Deus tem feito na minha vida e ter conseguido conquistar coisas nesses dois clubes. É só motivo de gratidão”, declarou.
