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Desfalcado, ataque do CSA não rende bem nos dois últimos jogos

Mesmo com mais posse de bola, Azulão sentiu dificuldades para finalizar em direção à meta nas derrotas para Guarani e Chapecoense

A falta de contundência do ataque azulino na ausência de Paulo Sérgio fez muita diferença nas duas últimas partidas. Nas derrotas contra o Guarani fora de casa, por 2 a 1, e para a Chapecoense no Rei Pelé, no placar de 1 a 0, o CSA conseguiu ser superior na posse de bola, mas esbarrou na marcação e não conseguiu criar muitas situações de perigo.

No duelo frente ao Bugre, em Campinas, o Azulão ficou com a redonda em 56% da partida e precisou de 12 finalizações - sendo quatro em direção do gol - para marcar seu único tento. Por outro lado, o time campineiro, mesmo com a desvantagem do domínio da pelota, rematou 14 bolas, com cinco seguindo rumo à meta maruja, que foi vazada duas vezes na partida.

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Frente à Chape, em casa, o time azulino foi mais superior ainda: finalizou 15 vezes ao gol, enquanto os catarinenses chutaram 11, e teve 60% da posse de bola. Porém, mandou apenas três em direção à meta e viu a equipe alviverde balançar o barbante na sua única grande chance no jogo em um contra-ataque.

Ausência da referência ofensiva

A grande arma do ataque azulino tem nome: Paulo Sérgio. O avançado possui a artilharia da equipe na Série B com seis tentos anotados e possui a boa média de 0,46 gols por partida. Sem o camisa 10, o setor ofensivo apresentou uma grande queda no seu rendimento e encontrou empecilhos para criar chances de marcar.

Imagem ilustrativa da imagem Desfalcado, ataque do CSA não rende bem nos dois últimos jogos
| Foto: FOTO: Ailton Cruz

Nos dois últimos jogos, o Azulão precisou de, em média, 4,5 chutes para acertar um em direção do gol. Com Paulo, o time precisou finalizar menos para dificultar a vida dos goleiros adversários: em média 3,14 remates para acertar o alvo.

Para marcar, a dificuldade cresce mais ainda. Nas derrotas para Guarani e Chapecoense, o time marujo necessitou de 27 remates para anotar o único tento nos dois confrontos. Quando o Azulão contou com a sua principal referência, precisou de, em média, 10,2 chutes para chegar ao gol.

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