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CSA recua em vender mando de campo e vai aumentar valor do ingresso

Presidente do Conselho Deliberativo disse que não abrirá mão do apoio do torcedor azulino em casa, apesar da perda financeira de quase R$ 1 milhão

O Presidente do Conselho Deliberativo do CSA, Raimundo Tavares, concedeu entrevista no início da noite desta segunda-feira (13), ao Timaço 98, e falou sobre a venda do mando de campo das partidas do Azulão no Campeonato Brasileiro da Série A. Ele deixou claro que isso não irá acontecer, apesar de o presidente, Rafael Tenório, afirmar que iria se reunir com a direção para analisar propostas. Além disso, Raimundo afirmou que irá aumentar os valores dos ingressos.

"É uma torcida muito grande e eles (torcedores) não acham bom. Conversei com o presidente Rafael e dificilmente isso vai acontecer (vender os mandos de campo). O torcedor faz um apelo e eu acho que o clube também tem que fazer um esforço, o CSA não seria o primeiro e nem o último a vender, mas não vai. O presidente está repensando essa situação", disse Tavares.

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Raimundo Tavares também falou sobre o aspecto financeiro, o qual era a justificativa do presidente Rafael Tenório para uma possível venda de mando de campo, onde explanou que o Azulão será prejudicado tendo uma renda menor do que ao vender as partidas.

"Vamos perder no aspecto financeiro, já que a capacidade do Estádio Rei Pelé é menor. O CSA vai ganhar uns 350 mil reais, enquanto com o jogo fora o clube teria uma arredação em torno de 1 milhão e 200 mil reais ou 1 milhão e 300 mil reais, mas vamos fazer o gosto do torcedor", comentou o presidente do Conselho Deliberativo marujo.

Tavares falou ainda sobre os preços dos ingressos aplicados nas partidas em casa pela primeira divisão nacional e qual valor o time azulino obteve. "Ao fazer uma partida contra um Flamengo com a capacidade do Rei Pelé atualmente, o CSA pode ficar com 350 mil, mas não chega a isso", afirmou Raimundo Tavares.

Ele também disse que ao negar a venda de mandos de campo, a única saída para o CSA não ser prejudicado financeiramente é aumentar o preço dos ingressos nas próximas partidas no Trapichão.

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