Confusão generalizada marca fim do clássico CSE e ASA no Juca Sampaio
Tumulto após o apito final teve empurrões entre jogadores, discussão acalorada entre técnicos e intervenção da PM

Fim de jogo no Estádio Juca Sampaio e o clássico entre CSE e ASA terminou de forma lamentável. Após o apito final, que decretou a vitória do ASA por 2 a 1, a Polícia Militar precisou intervir para conter um tumulto nas proximidades do campo, utilizando spray de pimenta para dispersar os envolvidos. A confusão se estendeu até a entrada dos vestiários, com empurrões entre jogadores e membros das comissões técnicas das duas equipes.
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O clima ficou ainda mais tenso quando os técnicos Dico Woolley, do ASA, e Leandro Campos, do CSE, protagonizaram uma discussão acalorada no centro do gramado. A troca de acusações rapidamente evoluiu para empurrões, exigindo a ação imediata da segurança e de atletas dos dois times para evitar algo mais grave. A cena foi considerada feia e preocupante por quem acompanhava a partida.
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Durante a transmissão da Gazeta Esportes AL, Leandro Campos afirmou que foi ofendido pelo treinador do ASA, relatando que teria sido chamado de “filho da p…”, fato que, segundo ele, motivou a reação e o bate-boca após o término do jogo. Aos 51 minutos do segundo tempo, o árbitro encerrou oficialmente a partida, mas a tensão seguiu mesmo depois do apito final.
Leandro Campos deixou o gramado em direção aos vestiários escoltado, enquanto a Polícia Militar trabalhava para restabelecer a ordem no gramado.


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