Como foi a gestão de Rafael Tenório no CSA? Veja títulos, acessos e dificuldades
Ex-presidente tenta voltar ao comando do Azulão após passagens marcadas por conquistas históricas e resultados negativos

Rafael Tenório está novamente na disputa pela presidência do CSA. O empresário registrou sua chapa nesta segunda-feira (19), para a eleição marcada para 27 de outubro, e tenta retornar ao comando de um clube que presidiu em dois períodos distintos. Sua trajetória reúne três acessos consecutivos, quatro títulos e momentos de crise.
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A primeira passagem começou em 2015, quando o CSA estava fora das divisões nacionais. Durante a gestão, o clube conseguiu se reorganizar esportivamente e iniciou uma sequência de resultados que o levou à Série A.
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Entre 2016 e 2018, o Azulão conquistou três acessos consecutivos. Saiu da Série D, passou pela Série C e chegou à elite do Campeonato Brasileiro.
Nesse período, o CSA também conquistou o título brasileiro da Série C de 2017, além dos Campeonatos Alagoanos de 2018, 2019 e 2021.


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A participação na Série A de 2019 representou o ponto mais alto dessa trajetória. Entretanto, o clube não conseguiu permanecer na primeira divisão e retornou à Série B.
Nos anos seguintes, o CSA continuou tentando recuperar espaço no cenário nacional, mas não repetiu a sequência de acessos.
Tenório deixou a presidência no fim de 2021. Em fevereiro de 2023, retornou ao cargo após ser eleito por aclamação.
A segunda passagem, porém, foi diferente da primeira.
O CSA enfrentou dificuldades esportivas, não conseguiu o acesso na Série C de 2023 e acumulou resultados negativos nas competições estaduais.
Em março de 2024, Tenório anunciou sua renúncia durante uma entrevista coletiva. Na ocasião, criticou ataques recebidos nas redes sociais e demonstrou insatisfação com questionamentos à sua administração.
A saída abriu caminho para a posse de Mirian Monte, então vice-presidente do clube.
Agora, Tenório busca um novo mandato. Sua chapa reúne Cristiano Mendonça, Hugo Leahy e Luciano Lessa.
O histórico de conquistas e dificuldades deverá integrar o debate sobre a eleição do CSA, que escolherá os dirigentes responsáveis pelo próximo ciclo administrativo.
