Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

INSENSÍVEL À CAUSA

Alagoas seria outra se o governo Renan Filho tratasse a pauta social e das mulheres com a mesma atenção que dá ao “clube” dos empreiteiros

A última quinta-feira foi marcada por atos no Brasil e no mundo, em razão da passagem do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher. O Congresso Nacional realizou sessão solene para fortalecer a luta.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Instituída pela ONU, a data homenageia as irmãs Mirabal, covardemente assassinadas pela polícia secreta do ditador Rafael Leónidas, da República Dominicana, em 25 de novembro de 1960.

Leia também

Estimativas divulgadas pela Organização Mundial de Saúde dão conta de que uma, em cada três mulheres no mundo, sofreu na vida violência física e/ou sexual, principalmente por parte do parceiro masculino, responsável por 38% dos assassinatos.

No Brasil, em 2020, uma mulher foi morta a cada sete horas, sendo que mais da metade das vítimas perdeu a vida em casa. A agressão ocorreu pela condição de gênero, caracterizando o feminicídio, conforme aponta o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Shorts Youtube
Play
Novo vereador chora ao tomar posse na Câmara Municipal de Arapiraca

Novo vereador chora ao tomar posse na Câmara Municipal de Arapiraca

Play
Júnior Menezes alfineta ex-prefeito de União em discurso ao lado de Arthur Lira

Júnior Menezes alfineta ex-prefeito de União em discurso ao lado de Arthur Lira

Play
Ex-primeira-dama de Teotônio Vilela nega que pretende disputar vaga na ALE

Ex-primeira-dama de Teotônio Vilela nega que pretende disputar vaga na ALE

Play
Arthur Lira nega ter liberado a base para disputa ao governo nas eleições deste ano

Arthur Lira nega ter liberado a base para disputa ao governo nas eleições deste ano

Play
Governo de AL inaugura ponte sobre o Rio Comandatuba, em Porto Calvo

Governo de AL inaugura ponte sobre o Rio Comandatuba, em Porto Calvo

Em Alagoas, os dados relativos à violência contra a mulher depõem contra o histórico do governo Renan Filho. Estatísticas divulgadas pela USP e Fórum Brasileiro de Segurança Pública posicionaram o Estado, ao lado do Acre, em 2019, como os dois mais violentos do Brasil.

Pelo Atlas da Violência, ainda é escancarada outra realidade cruel em Alagoas: 99% das mulheres assassinadas em 2019 eram negras e em condição de maior vulnerabilidade social. O estudo recomendou políticas públicas voltadas para o combate ao racismo e à discriminação.

Recentemente, o jornal Folha de S. Paulo destacou dados referentes ao ano passado, quando Alagoas apareceu como campeão entre os demais Estados nordestinos que mais registraram feminicídios por 100 mil habitantes.

A Gazeta já externou seu ponto de vista acerca da falta efetiva de ações do governo Renan Filho em defesa da mulher, que também se sente desencorajada para denunciar seu agressor, beneficiário da impunidade gestada pelo medo.

As delegacias especializadas em Alagoas não funcionam 24 horas nem estão disponíveis em horários e dias críticos, quando as agressões costumam acontecer. Diante da realidade real, faltam também campanhas continuadas de conscientização e divulgação de fones de emergência, de modo a facilitar o mapa do caminho do acolhimento.

Se o governo Renan Filho utilizasse a caneta governamental, em favor de políticas inclusivas e da causa da mulher, com a mesma sensibilidade que destina ao “clube” das betoneiras, Alagoas não figuraria nas estatísticas de maneira tão vexatória.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas