Venda de tecidos recuou 33% em Alagoas no mês de outubro, diz Sefaz
Atividades econômicas tiveram crescimento nominal, em conjunto, de 15% no mês passado, em relação a outubro de 2019
As vendas de tecidos recuaram 33% em Alagoas no mês de outubro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (13) pela Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Os números fazem parte do boletim do movimento econômico no estado. As vendas desse material vinham apresentando alta em razão do uso dele para confecção de máscaras de proteção. O item é de uso obrigatório em Alagoas por oferecer proteção contra a disseminação do coronavírus.
Leia também
De acordo com o documento, as atividades econômicas de atacado, varejo e indústria, obtiveram um crescimento nominal, em conjunto, de 15% no mês de outubro em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Sefaz analisou os documentos fiscais eletrônicos emitidos no período, avaliando os efeitos das medidas de regulação das atividades econômicas no período da pandemia, na economia do Estado e como esta vem se comportando diante deste cenário.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
Os números mostram que o Varejo apresentou crescimento de 20% no seu total, onde nos valores mais significativos de emissões, destacaram-se as lojas de departamentos (47%), varejista de alimentos (40%), supermercados (37%), hipermercados e material de construção, ambos com aumento de 36%.
Neste segmento, apresentaram queda em relação a outubro de 2019, além da venda de tecidos, o setor varejista de calçados (-6%) e comércio de veículos (-6%), este último representando 11% do total de emissões de documentos em outubro de 2020.
O setor atacadista teve aumento de 5% no seu total, com ênfase positiva nos segmentos representativos de comércio atacadista de alimentos (16%) e atacadista de combustíveis de (12%). Neste segmento, as atividades que apresentaram variações negativas foram as de atacadista de açúcar (-60%), atacadista de fumo (-26%) e atacadista de mercadorias (-12%).
O segmento industrial teve crescimento de 22% no total, tendo se destacado positivamente a fabricação de produtos químicos (57%), fabricação de bebidas (50%), fabricação de alimentos (19%) e fabricação de açúcar (10%). Entre as atividades que apresentaram índices negativos, destaca-se petróleo e gás (-37%), frigorífico e peixarias (-74%) e fabricação de fumo (-25%), sendo que estas duas últimas possuem baixa representatividade em valores em relação ao total de emissões no período.
