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Venda de combustíveis em Alagoas recua 8% em julho, aponta ANP

No acumulado do ano, o consumo de combustíveis em Alagoas registra uma retração de 9% na comparação com o ano passado

O consumo de combustíveis em Alagoas recuou 8% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os números mostram que entre um mês e outro, o consumo recuou de 88,1 milhões de litros para 81,2 milhões de litros. Na comparação com junho, no entanto - quando foram comercializados 69,8 milhões de litros - houve alta de 16,3%.
O aumento entre um mês e outro se justifica porque em julho, decreto do governo de Alagoas afrouxou as regras de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus, o que permitiu que muitos serviços considerados não essenciais voltassem a funcionar.
No acumulado do ano, o consumo de combustíveis em Alagoas registra uma retração de 9%, na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram comercializados 613,4 milhões de litros de combustíveis, contra 558,06 milhões nos sete primeiros meses deste ano.
O levantamento da ANP mostra ainda que o consumo de gasolina nos postos de Alagoas recuou 8,7% em julho, ante julho de 2019, saindo de 37,3 milhões de litros para 34,07 milhões de litros entre um mês e outro. Na comparação com junho, houve um crescimento de 12,7%. De janeiro a julho, o consumo de gasolina no Estado registrou uma queda de 8%, atingindo 227,7 milhões de litros.
Já o Etanol registrou aumento de 6,1% em julho deste ano, na comparação com igual mês do ano passado, e de 31,7% na passagem de junho para julho. No acumulado do ano, no entanto, o combustível derivado de cana registra uma queda de 23,5% - atingindo 33,5 milhões de litros vendidos.
Em todo o País, o consumo de combustíveis recuou 8,2% em julho, na comparação com igual período do ano passado. NO acumulado do ano, houve uma retração de 8,6%. O levantamento do órgão mostra, no entanto, que as vendas vêm subindo mês a mês, depois de terem atingido o fundo do poço em abril. Em julho, o mercado brasileiro comercializou 11,275 bilhões de litros, uma alta de 10,7% em relação a junho.