Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Preços do petróleo atingem menor nível desde 1999

Os contratos futuros do Brent para entrega em junho recuaram 24%, para US$ 19,33 o barril, no menor valor desde fevereiro de 2002

Os preços internacionais do petróleo operam novamente em queda nesta quarta-feira (22), com o barril de Brent chegando a desabar para menos de US$ 16, tocando o menor nível desde 1999, com o mercado inundado por excesso de oferta como resultado das consequências econômicas do coronavírus, que destruiu a demanda por combustíveis.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O petróleo Brent recuava 0,05 dólar, ou 0,26%, a US$ 19,28 por barril, às 8h48 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 0,61 dólar, ou 5,27%, a US$ 10,96 por barril.

Leia também

Mais cedo, o Brent tocou US$ 15,98 por barril, menor nível desde junho de 1999. Já o barril WTI chegou a perder 8,04%, caindo a US$ 10,76.

Na terça-feira, os contratos futuros do Brent para entrega em junho recuaram 24%, para US$ 19,33 por barril, no menor valor desde fevereiro de 2002. Já o petróleo dos EUA caiu 43%, a US$ 11,57.

Shorts Youtube
Play
União Alvinegra - 08/07/2026

União Alvinegra - 08/07/2026

Play
Problema no gol azulino - 07/07/2026

Problema no gol azulino - 07/07/2026

Play
Derrota Azulina - 06/07/2026

Derrota Azulina - 06/07/2026

Play
Do sonho à frustração - 06/07/2026

Do sonho à frustração - 06/07/2026

Play
CSA intensifica preparação para duelo decisivo na Série D - 02/07/2026

CSA intensifica preparação para duelo decisivo na Série D - 02/07/2026

Poucos compradores; aumento das reservas

A sobreoferta tem crescido desde que a Opep+, liderada por Arábia Saudita e Rússia, falhou em prorrogar cortes de produção no mês passado. A Opep+ chegou a um acordo para novos cortes neste mês, mas medidas de isolamento de governos para conter a pandemia cortaram ainda mais a demanda.

O contrato de barril de WTI para entrega expirou nesta terça-feira (21), o que significou que aqueles que o assinaram tiveram de encontrar compradores físicos. Com o aumento das reservas nos Estados Unidos nas últimas semanas, os produtores foram obrigados a baixar o preço para fazer essa conta fechar, provocando o colapso dos preços na segunda -- o contrato mais próximo do vencimento nos EUA caiu para território negativo pela primeira vez em todos os tempos na segunda-feira.

Na semana passada, a Administração de Informações sobre Energia dos EUA informou que as reservas de petróleo subiram 19,25 milhões de barris, enquanto a demanda recuou 30%.

Mercado pressionado

Embora países produtores tenham concordado em reduzir bombeamento e as maiores petroleiras do mundo também estejam diminuindo produção, os cortes não serão rápidos o suficiente para evitar problemas nas próximas semanas.

"O mercado de petróleo está profundamente encrencado e é pouco provável que saia desse mal-estar no curto prazo", disse Stephen Brennock, da corretora PVM. "A demanda está baixa, a oferta está elevada e os estoques estão cheios."

O mercado de petróleo passou nesta semana por alguns dos momentos mais selvagens da história das negociações. "Estejam preparados para mais surpresas nesse mercado quebrado do petróleo", disse o chefe de mercados de petróleo da Rystad Energy, Bjornar Tonhaugen.

O Brent chegou agora a níveis tão baixos quanto vistos quando a Opep também lutava contra um excesso no mercado e havia preocupação entre empresas e consumidores -- na época dos temores relacionados ao "bug do milênio", que poderia afetar computadores na virada do século.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas