Indústria de produtos químicos em AL cresce 64% no mês de novembro, aponta Sefaz
Segmento foi o que apresentou a maior alta no mês; indústria alagoana como um todo teve crescimento de 17%
A indústria de fabricação de produtos químicos cresceu 64% em Alagoas no mês passado na comparação com o mesmo período de 2019. O segmento foi o que apresentou a maior alta em novembro.
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Os dados são da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e foram divulgados nessa terça-feira (8) pelo órgão. A indústria alagoana como um todo teve crescimento de 17%.
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No geral, o boletim do movimento econômico em Alagoas aponta que as atividades econômicas de atacado, varejo e indústria obtiveram um crescimento nominal, em conjunto, de 21% no mês de novembro de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para aferir esses números, a Sefaz analisou os documentos fiscais eletrônicos emitidos no período, avaliando os efeitos das medidas de regulação das atividades econômicas durante a pandemia na economia do estado. Os destaques do mês ficaram para o setor atacadista de construção civil e varejista de alimentos.


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De acordo com os dados, o setor atacadista teve aumento de 21% no seu total, com ênfase positiva nos segmentos representativos de construção civil (49%), atacadista de açúcar (44%), comércio atacadista de alimentos (32%) e atacadista de mercadorias em geral (30%). Neste segmento, apenas a atividade atacadista de fumo apresentou variação negativa de 19% no período.
O varejo apresentou crescimento de 25% no seu total, com valores mais significativos de emissões no setor dos varejistas de alimentos, abrangendo supermercados, hipermercados e alimentos em geral com crescimento de 46%, lojas de departamentos (49%), peças automotivas (31%), combustíveis (15%), comércio de veículos (10%) e varejista de material de construção (9%). Neste segmento, apresentaram queda em relação a novembro de 2019 as atividades de varejista de calçados (-5%) e varejista de tecidos (-1%).
Outras atividades que tiveram resultados negativos foram petróleo e gás (-13%) e frigoríficos e peixarias (-76%), esta última, segundo a Sefaz, com baixa representatividade em valores em relação ao total de emissões de documentos fiscais no período.
