Empresa de moda Forever 21 pede recuperação judicial nos EUA
Reestruturação deve provocar o fechamento de lojas em todo o mundo
A empresa americana de moda Forever 21 anunciou neste domingo (30) que entrou com pedido de recuperação judicial para tentar evitar uma falência, no mais recente caso das redes de lojas de rua obrigadas a uma reestruturação em consequência do avanço do comércio online.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A empresa recorreu ao "Capítulo 11" da lei americana de falências, que permite manter o controle e posse de seus bens enquanto administra uma reestruturação.
Leia também
A iniciativa deve provocar o fechamento de lojas em todo o mundo, incluindo 178 somente nos Estados Unidos, segundo a agência Reuters. A empresa possui atualmente mais de 800 lojas nos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina. A rede atua no Brasil desde 2014.
Segundo a "Bloomberg", com reestruturação a Forever 21 deverá sair de diversos países na Ásia e Europa, mas continuará suas operações na América Latina.


Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro
Fundada em Los Angeles em 1984 pelo casal sul-coreano Do Won e Jin Sook Chang, a Forever 21 se tornou uma das lojas favoritas das adolescentes nos Estados Unidos, ao oferecer roupas similares às de grandes marcas de moda a preços acessíveis.
Competindo com empresas como H&M e Zara, a rede iniciou uma expansão agressiva no setor de roupa masculina e calçados após a crise econômica de 2008.
Mas os analistas consideram que a Forever 21 falhou no momento de reagir ao avanço das vendas online, assim como ao impacto da mudança de atitude dos consumidores pelo impacto no meio ambiente das redes "fast fashion" e sua preocupação com as condições de trabalho nas fábricas que elaboram seus produtos, destaca a agência France Presse.
Desde 2017, mais de 20 varejistas já entrara com pedido de recuperação judicial nos EUA, incluindo a Sears e a Toys 'R' US.
