Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Economistas consideram corte no Orçamento 'insuficiente'

Governo bloqueou R$ 23,4 bi do orçamento; PAC teve corte de R$ 4,2 bi. Economistas ouvidos pelo G1 criticam corte de investimentos

O governo federal autorizou um bloqueio de gastos de R$ 23,4 bilhões no Orçamento de 2016, anunciou nesta sexta-feira (19) o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Segundo o ministro do Planejamento, Valdir Simão, o governo está implementando um "contingenciamento seletivo" para garantir investimentos e e ações sociais. "Estamos dando continuidade ao esforço de redução de gastos. Há contribuição de todos ministérios [no corte de despesas]", declarou.

Leia também

Para Istvan Kasznar, professor da FGV/EBAPE, "cortar vinte e poucos bilhões é muito pouco, insuficiente, um pingo no oceano da boa gestão e da boa governança pública. É um jogo de cena teatral sem efeitos". "Você corta R$ 23 bilhõezinhos, macroeconomicamente pensando, é menos que 0,1% do PIB", diz o especialista.

O economista Judas Tadeu Grassi Mendes, da EBS Business School, diz que "esse valor representa duas semanas e meia de juros que nós vamos pagar esse ano". "A dívida está aumentando, não para de crescer. Essa foi uma medida do tipo 'me engana que eu gosto', não vai fazer nem cócegas nas contas públicas".

Shorts Youtube
Play
Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Play
“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Play
Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Play
Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Play
Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Amir Khair, especialista em contas públicas, também considera o valor baixo. "Este corte não tem qualquer efeito e não muda dois fatores principais da questão fiscal: a queda na arrecadação e o aumento dos juros sobre a dívida pública. Esses R$ 23 bilhões representam uma parcela muito pequena do Orçamento, não é nada", diz.

Corte nos investimentos
Os números do governo mostram que pouco mais da metade do bloqueio de gastos se deu no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com corte de R$ 4,2 bilhões, e em emendas parlamentares - que sofreram um bloqueio de R$ 8,1 bilhões em relação aos valores autorizados pelo Congresso Nacional.

Sobre o corte no PAC, os economistas consideram a decisão equivocada. "Olhando um pouco mais de perto há um grande equívoco, que é do de cortar o investimento. Investimento significa geração de emprego, efeito multiplicador de atividades em geral. Enquanto isso, o governo mantém a sua gorda conta de custeio. Alega não ter por onde cortar, o que é uma inverdade", diz Kasznar.

Khair também afirma que o governo não reduz os gastos necessários. "Dizem que o Orçamento é muito engessado, mas existe a gestão de receita e despesa, muita ação a ser feita, reduzir cargos de confiança, rever contratos de terceirização e os investimentos nas mãos das grandes empreiteiras, uma série e de ações que o governo pode fazer para ampliar um pouco o corte", afirma.

Mendes também aponta que "o governo corta o que é investimento e não corta a gastança". "Por que não congela por três anos as gastanças com ministérios e máquina administrativa? Em vez disso, o governo vai cortar o que é investimento. E só investimento gera crescimento".

Meta de superávit
De acordo com economistas, o corte não deve ser suficiente para que a meta de superávit primário (economia que o governo tem que fazer para pagar os juros da dívida) fixada no Orçamento de 2016 para o setor público de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 30,5 bilhões, seja atingida.

"Está longe de compensar a perda que vai ter na arrecadação e na elevação dos juros. A precariedade da discussão é focar no déficit primário e esquecer o déficit público (o resultado nominal das contas do governo), que de fato muda a relação dívida/PIB", diz Khair.

Kasznar diz que "esse corte não dá efeito macroeconômico". "O ministro da Fazenda está fazendo bravata, não está trabalhando com o devido afinco na busca da solidez fiscal. Se ele quer realmente criar a solidez fiscal, tem que olhar para o déficit do ano passado R$ 111 bilhões e cortar lá".

"Enquanto isso, o [presidente do Banco Central, Alexandre] Tombini ontem disse para o país inteiro que não cresceremos neste ano e a taxa de juros não cai", diz Kasznar.

"Da meta de superávit primário para este ano, é melhor rir. Nós já tivemos dois anos de déficit, e neste ano se houver um milagre vai ser de R$ 70 bilhões, isso sem contar os juros", acrescenta Mendes.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas