Cesta básica fica mais cara em 7 capitais em junho, diz Dieese
No ano, todas as cidades acumularam alta, entre 1,29% e 20,2%; em São Paulo, aumento é de 6,41% em 6 meses
O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) divulgou, nessa quinta-feira (4), que os preços do conjunto de itens da cesta básica caíram em 10 capitais em junho e aumentaram em outras sete.
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Ainda de acordo com o levantamento, o acumulado nos primeiros meses do ano, entretanto, todas as 17 cidades pesquisadas registraram alta, entre 1,29% (Campo Grande) e 20,20% (Vitória).
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Em junho, as quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (-6,65%), Aracaju (-6,14%) e Recife (-5,18%). Já as maiores altas foram registradas em Florianópolis (1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%).
São Paulo mantém o posto de capital com a cesta mais cara (R$ 501,68), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76).


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Em 12 meses, todas as cidades acumularam alta, que variam entre 6,82%, em Belém, e 17,31% em Vitória.
Segundo o Dieese, entre os produtos da cesta básica, as quedas mais relevantes foram as observadas nos preços do feijão, da banana e do café em pó. Já o custo do leite integral, arroz agulhinha e açúcar aumentaram na maior parte das cidades.
