51% das vagas no Estado vão para trabalhadores com ensino fundamental incompleto
Em setembro, 8.494 alagoanos nessas condições ocuparam mais da metade dos empregos gerados em Alagoas, segundo o Caged
Mais da metade dos postos formais de trabalho abertos em Alagoas no mês de setembro foram ocupados por trabalhadores com ensino fundamental incompleto. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia na quinta-feira (29/10), dos 16.592 postos com carteira assinadas gerados no mês, 8.494 foram destinados a trabalhadores nessa condição.
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O fenômeno é justificado pelas contratações da indústria - em especial a canavieira, que puxou a retomada de emprego no Estado em setembro, com a criação de 12.872 vagas, o correspondente a 77,5% do total de vagas criadas no mês.
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Segundo o Caged, vagas ocupadas por trabalhadores com ensino médio completo aparecem em segundo lugar, com a geração de 3.948 postos. Em seguida aparecem os trabalhadores analfabetos (com 1.773 vagas), com médio incompleto (798 vagas), superior completo (197) e superior incompleto (95).
Diferente de Alagoas, das 313.564 vagas com carteira assinada abertas no País em setembro, apenas 23.412 foram preenchidas por trabalhadores com ensino fundamental incompleto, o que corresponde a 7,4% do total. Outros 218.823 postos - o equivalente a 69,7% das vagas geradas - foram preenchidas por brasileiros com ensino médio completo.


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Trabalhadores com ensino médio incompleto ocuparam 21.640 vagas, fundamental completo (12.579), superior incompleto (16.749) e superior completo (15.845).
