Vini Jr. processa influenciador após fake news sobre a Copa do Mundo e derruba perfil na web
Atacante da Seleção Brasileira acionou a Justiça contra criador de conteúdo que espalhou mentiras sobre pênalti na Copa do Mundo

O atacante Vini Jr., principal estrela da Seleção Brasileira e do Real Madrid, decidiu acionar a Justiça contra o influenciador digital Rafael Murmura. A medida foi tomada após a circulação de um vídeo nas redes sociais em que o criador de conteúdo alegava que o jogador estaria sendo investigado pelo Ministério Público por supostamente ter evitado cobrar um dos pênaltis na eliminação do Brasil contra a Noruega na Copa do Mundo.
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De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Ancelmo Gois, a defesa de Vini Jr. exigiu judicialmente a remoção imediata das publicações, a desmonetização dos vídeos e que todo o lucro eventualmente gerado com a difusão da mentira seja revertido para instituições de caridade escolhidas pela Justiça.
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O pedido jurídico foi prontamente aceito pelo Plantão Judiciário, que ordenou que a Meta — empresa dona do Instagram — tirasse os conteúdos do ar. Como consequência das diretrizes de remoção, o perfil de Murmura na plataforma ficou indisponível.
Acusações falsas e teoria de manipulação


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Em suas postagens na rede social, o influenciador chegou a inventar que a comissão técnica da Seleção Brasileira teria sido “previamente orientada a impedir que Vini Jr. realizasse a cobrança porque, segundo ele, o atacante seria patrocinado por casas de apostas, sugerindo a existência de investigação oficial relacionada à manipulação de resultados”.
Rafael Murmura também alegou infundadamente que o atleta estaria se enriquecendo de forma ilícita e que teria comprado recentemente um iate avaliado em cerca de R$ 150 milhões. Na tentativa de sustentar a narrativa conspiratória, o influenciador afirmou que, caso o camisa 7 tivesse convertido a penalidade, apostadores de casas de palpites esportivos teriam um retorno financeiro maior. Ao encerrar as gravações, ele questionava os seguidores e classificava o caso inventado como “muito sério”.
