Simone "amarra" fios no nariz em novo procedimento; veja como ficou!
Cantora afirmou que não fez uma rinoplastia, mas passou por um procedimento para modificar apenas a ponta

Simone Mendes usou as redes sociais para esclarecer que não fez uma rinoplastia e, sim, um procedimento para modificar apenas a ponta do nariz. A cantora mostrou o resultado e contou que não precisou passar por cirurgia.
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“Olha, confia no processo, ainda vai cair em 15 dias. Eu amarrei com os fios, não é rinoplastia, não é cirurgia. Só para a ponta [do nariz], que estava caída”, disse Simone no Instagram.
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Entenda a rinomodelação com fios
Ao Metrópoles, Edvaldo Reis, otorrinolaringologista especializado em rinoplastia, explica que a rinomodelação com fios é um procedimento em que fios são posicionados nos tecidos do nariz. O objetivo é produzir uma tração e modificar temporariamente o posicionamento de determinadas estruturas, principalmente da ponta nasal.


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“Quando utilizamos fios, estamos essencialmente promovendo uma tração dos tecidos. Isso pode produzir uma alteração visual, mas não permite trabalhar diretamente sobre as cartilagens, o septo, o dorso ou as estruturas que determinam a sustentação e a forma do nariz.”
Por isso, o médico não considera a rinomodelação com fios uma substituta da rinoplastia.
“Quando o objetivo é realmente modificar a anatomia do nariz, especialmente em casos de ponta caída, falta de definição, alterações do dorso, assimetrias ou alterações funcionais, prefiro realizar uma avaliação estrutural e indicar uma rinoplastia quando houver indicação.”
“Não ser uma cirurgia” não significa “não ter riscos”
Segundo o otorrinolaringologista, “não ser uma cirurgia” não significa “não ter riscos”. Qualquer procedimento que utilize fios em uma região anatomicamente complexa como o nariz pode apresentar complicações, como infecção, inflamação, irregularidades, migração ou extrusão do material e alterações cicatriciais.
Além disso, a literatura sobre procedimentos nasais não cirúrgicos mostra que técnicas minimamente invasivas não são isentas de complicações relevantes, afirma Edvaldo Reis.
“Na minha prática, o princípio é simples: não escolher uma técnica apenas porque ela é menos invasiva; devemos escolher a técnica que melhor trata o problema anatômico do paciente”, conclui o médico especializado em rinoplastia.
