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Crítica: 3º ano de Bridgerton exalta liberdade do corpo feminino

A segunda parte da terceira temporada de Bridgerton chegou ao catálogo da Netflix nesta quinta-feira (13/6)


				
					Crítica: 3º ano de Bridgerton exalta liberdade do corpo feminino
Penelope Featherington. Foto: Netflix/Divulgação

Bridgerton é um sucesso desde o lançamento de sua primeira temporada na Netflix, quando contou a história de amor do duque Simon Basset e de Daphne Bridgerton. A segunda também causou alvoroço entre os espectadores com o conturbado romance de Kate Sharma e Anthony Bridgerton. Mas nada podia preparar os fãs — e até a própria plataforma de streaming — para o estouro de audiência e aceitação do público com o terceiro ano da saga, que traz Penelope Featherington e Colin Bridgerton como casal central.

Batendo a audiência da semana de lançamento das outras duas temporadas, a nova leva de episódios cativou o público com uma Penelope mais desenvolta e um Colin apaixonado. E mesmo que Luke Newton, responsável por dar vida ao terceiro irmão Bridgerton, seja uma potência como ator, é impossível tirar os olhos de Nicola Coughlan, que se divide entre a vida pacata na família Featherington e a famigerada fofoqueira Lady Whistledown.

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Daphne e Kate também são potências. Mulheres fortes, determinadas e que se apaixonam por homens confusos e traumatizados, mas não menos apaixonados. Para uma série de época, as duas servem com êxito ao papel quando conseguem refletir os mais conflitantes e contidos sentimentos. Mas a “nova” Penelope, que precisava mesmo de uma temporada inteira só para si, gera empatia com o público feminino ao ponto do espectador querer abraçá-la, ser sua amiga e conversar por horas com ela.

Isso se dá, principalmente, por Penelope estar longe de se encaixar na “caixinha” da perfeição esperada por telespectadores de uma série de romance, ainda mais quando falamos em uma trama de época. E a principal virada de chave para uma temporada tão boa é, sem dúvidas, o fato do glow up da ruiva não ter se dado após um processo de emagrecimento ou por ter se tornado uma personagem mais polida e serena. Muito pelo contrário.

Nicola já havia dito em entrevistas que pediu aos produtores da trama por cenas de nudes para quebrar o tabu em torno do seu corpo. E ela fez! Com muita coragem, a atriz expôs toda sua beleza e plenitude em uma cena sensual com Colin Bridgerton sem tentar esconder as curvas de uma mulher fora dos padrões — seja em 1800 ou 2024, afinal de contas, a tentativa de nos incluir em caixas de perfeição ainda não mudou.

E o fato da mudança de Penelope ter se dado apenas pela coragem de expor seus sentimentos e sair das sombras da alta sociedade causa tamanha comoção que, como dito, dá vontade de abraçá-la. Mais que isso: dá vontade de também deixar de lado a vergonha e o medo de apenas ser quem é. Nicola Coughlan merece prêmios, não por sua atuação impecável, mas por encontrar uma forma de agradar uma audiência ampla, contemplando todos os corpos e públicos em uma série de época.

Veja a matéria completa em: Metrópoles

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