Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Carol Dieckmmann relembra trauma da infância: "Vi a minha mãe beber"

Atriz relembrou o período em que viu a mãe beber em excesso e contou como um filme a ajudou a compreender a dor


				Carol Dieckmmann relembra trauma da infância: "Vi a minha mãe beber"
Reprodução/Instagram.

Carolina Dieckmmann emocionou ao falar sobre um dos momentos mais delicados de sua infância. Durante participação no Saia Justa, do GNT, a atriz revelou que viu a mãe, Maíra Dieckmann, enfrentar um período de consumo excessivo de álcool e contou como essa experiência marcou sua vida.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Segundo ela, as lembranças foram fundamentais para a construção da personagem que interpreta em (Des)controle, filme em que vive uma escritora que volta a beber após um longo período de sobriedade. “Eu vi a minha mãe beber durante um período da vida dela. Quando eu fui chamada para fazer, eu falei: ‘Eu já vi essa mulher. Eu sei quem é essa mulher'”, afirmou.

Leia também

A atriz relembrou a angústia que sentia ainda criança, quando percebia que havia algo diferente com a mãe, mas não compreendia o que estava acontecendo.

“Eu fui essa criança que entra no banco de trás do carro e não sabe se vai chegar, porque sabe que tem alguma coisa estranha com a sua mãe. Ela está falando de um jeito esquisito”, recordou.

Shorts Youtube
Play
Empresário é executado com seis tiros ao sair de casa

Empresário é executado com seis tiros ao sair de casa

Play
Homem é executado na frente da esposa e da filha de três meses em Santana do Ipanema

Homem é executado na frente da esposa e da filha de três meses em Santana do Ipanema

Play
Meu Pet: divulgue fotos de animais desaparecidos em Alagoas

Meu Pet: divulgue fotos de animais desaparecidos em Alagoas

Play
Moradores do Trapiche da Barra reclamam de lixo na rua

Moradores do Trapiche da Barra reclamam de lixo na rua

Play
Homem é preso suspeito de matar ex-companheira em Igreja Nova

Homem é preso suspeito de matar ex-companheira em Igreja Nova

Carolina Dieckmmann contou que gravou o filme após a morte de Maíra, em agosto de 2019, e que o trabalho acabou se tornando um processo de cura ao permitir que enxergasse a mãe sob outra perspectiva.

“Eu curei muitas coisas, porque eu entendi ela como mulher, o que ela passou. Porque quando eu era pequena, quando aconteceu, você não entende muito. Você vê a sua mãe com um comportamento estranho, você não sabe por quê. E aí depois você vê ela deitada em uma cama sem conseguir levantar, você não sabe o que é”, disse.

Ela afirmou que usar suas próprias memórias para interpretar uma personagem com uma vivência semelhante ajudou a elaborar a dor. “Poder representar a minha mãe, assim, não foi a minha mãe, mas poder usar a experiência que eu tive com ela, o olhar que eu tive para a minha mãe nesse filme, entender ela como mulher, foi muito curativo para mim”, explicou.

Carolina Dieckmmann também revelou que sentiu falta da mãe durante o lançamento do longa.

“Quando esse filme foi lançado e a minha mãe já não estava mais aqui, eu pensava: ‘Meu Deus, eu queria tanto que a minha mãe visse. Eu queria tanto que ela estivesse aqui para olhar e falar: “Caramba, filha, você fez alguma coisa com isso? Você está ajudando pessoas?”‘”.

Segundo Carolina, acredita que a produção pode acolher mulheres que vivem situações parecidas. “Eu tenho certeza de que esse filme vai chegar em mulheres que precisam ver”, afirmou.

Durante a conversa, Carolina também refletiu sobre o que pode ter levado a mãe a desenvolver aquele comportamento. Questionada por Eliana, ela explicou que nunca houve um diagnóstico definitivo.

“Ela ficou muito mal com a separação do meu pai. A gente acha que o que ela teve foi uma depressão, porque teve um dia em que ela fumava e bebia muito. E ela falou: ‘Não vou mais fumar, não vou mais beber’. E ela parou”, contou.

A atriz destacou que Maíra abandonou os dois hábitos de forma repentina, sem tratamento profissional. “E aí foi sozinha, os dois. Foi muito impressionante. Um dia ela abandonou aquela pessoa que ela tinha sido”, relembrou.

Por fim, Carolina Dieckmmann revelou que essa experiência também impactou a forma como lidou com a maternidade e com a relação da mãe com seus filhos.

“Ela foi uma avó maravilhosa e conseguiu me ajudar, porque eu tive essa insegurança de deixar meus filhos com ela. Não sabia se ela ia voltar, não sabia se ela tinha sido alcoólatra, se o problema dela era vício, se era depressão. Você nunca sabe exatamente. Não há um diagnóstico”, concluiu.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas