Banda Demon Hunter processa Netflix por "Guerreiras do K-pop"
Grupo de heavy metal cristão alega que streaming violou marca registrada e causou "confusão substancial" com o nome da animação

A banda de heavy metal cristã Demon Hunters entrou com um processo contra a Netflix e a promotora de shows AEG Presents após o sucesso do filme "Guerreiras do K-pop". Os motivos do processo são violação de marca registrada e concorrência desleal.
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A Hyde Lane, empresa administrada pela banda, solicitou um julgamento por júri, além de alegar que o nome do filme (originalmente "Kpop Demon Hunters" em inglês) causou uma "confusão substancial" e resultou em uma "crise existencial" para a banda.
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No processo, segundo a Variety, a banda apresentou alguns exemplos de "confusões" que já ocorreram por conta dos nomes, incluindo um pedido de reembolso de US$ 500 (cerca de R$ 2.500) em ingressos após um homem acreditar que estava comprando entradas para as filhas verem a banda fictícia de K-pop.
Em outra ocasião, a banda citou um e-mail do programa "Inside Edition", da rede CBS, solicitando uma entrevista com o compositor de "Guerreiras do K-pop", Yu-Han Lee.


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A Hyde Lane alega que a inclusão das palavras "K-Pop" antes de "Demon Hunters" não "elimina a probabilidade de confusão", pois "K-Pop" é um termo genérico demais. Eles buscam uma parte dos lucros da Netflix e da Netflix Studios, além de uma liminar, entre outras medidas.
Um porta-voz da Netflix disse à Variety que as alegações "são infundadas", e que o streaming vai defender "vigorosamente" o caso.
